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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

29
Mar18

Do outro lado do mar…


Cotovia@mafalda.carmona

Ou quanto tempo tem o tempo?

  • Viver num continente diferente do europeu, num país abaixo da linha do equador, lá muito longe e embora ligado pelo mesmo mar Atlântico que se pode sentir numa costa infinita, revela-se um obstáculo físico e emocional que se torna mais evidente nas épocas festivas como a Páscoa e o Natal.

africae_tavula.jpg

 

Assim, com um horário, calendário e estações diferentes, quase tudo funciona ao contrário. Tudo menos o mar. Porque se existem coisas comuns, o mar é sem dúvida uma delas. Aquele mar, É este mar.

Para lá daquela linha infinita, na beira de outro areal de areia tão branca e fina como aquela, com ondas que seguem a mesma cadência, quase posso ver o outro lado, porque o mar, quase se transforma num rio.

E a distância, diminui, e é suportável.

Marina Colasanti.JPG

 

Até porque a ausência não tem, não pode ter, um peso maior do que a presença

O passado não tem, não pode ter, mais importância do que o presente.

O “outro lado” não é, não pode ser, mais presente do que “este lado”.

Por isso, viver.

É estar deste lado.

E, desde que a Saúde ajude, porque se "o Amor anda de mãos dadas com a Cegueira", a Vida deveria andar de mãos dadas com a Saúde, a vida precisa ser vivida, faça sol, ou faça chuva, seja lá qual for a época festiva, e deste lado!

 

Feliz Páscoa a Todas e Todos!

 

P.S.

É verdade, o Tempo tem quanta Vida a Vida tem. :)

 

P.S.#2

Este post foi inspirado pelo "Inspirado pelo Oceano" https://www.beoplay.com/en/landingpages/ss18?#film ou seja, uma meta-inspiração ;)

27
Mar18

Balanço da semana...


Cotovia@mafalda.carmona

... ou deixa-me lá recapitular quais foram as minhas resoluções para Março…

alice vendaval.jpg

  • Fez ontem uma semana que iniciei o blog e a pergunta que se impõe é a inevitável:

Passei a ir ao ginásio? Hummm… não, não passei. Mas passei a fazer exercício de caminhada com o Timy, já é qualquer coisa. E mais seria se não estivessem uns dias de fazer medo ao susto em matéria de ventos e vendavais, porque a par das iscas, também detesto vendavais, mesmo.

 

E quanto ao Timy, embora não se incomode com as iscas, também não aprecia vento, nada. Já está a ficar idoso em anos de cão e de me aturar, por isso quer é sopas e descanso até porque é um fantástico cãozinho de 25 quilogramas, mas um bocado mal disposto e demasiado sério, pouco amigo de dar confiança aos outros cãezinhos que não sejam a Rodolfa ou o seu amiguinho gatucho Sushi.

t2.JPG

 

Isto foi por um lado, agora por outro, descobri coisas muito interessantes: blogues que coloquei como favoritos, por isso sempre que quiser é só carregar nos links para ir espreitar, livros para ler ou reler, descobri que andam muitos outros à procura do mesmo que eu. Também descobri que existem muitos programas na tv interessantes para além das séries, a par de programas na rádio e que vai abrir o Museu das coisas doces em Lisboa agora em Maio.
 
Ainda nesta semana.
 
E por outro lado, fiz a página da Cotovia e Companhia no Facebook, o site na Wix e também o espaço no Pinterest.
 
Fiz uns rabiscos para as imagens de perfil com uma Mafalda a pensar na vida com muita tranquilidade dentro da sua bolha cor-de-rosa, a cotovia pacífica e o peixinho com cara de poucos amigos para os separadores e experimentei umas receitas para aquecer nestes dias tão frios, os tais “saborosos pãezinhos” para o chá.
 

t3.JPG

Por último, mas não menos importante, muito pelo contrário, aquilo de pensar que ninguém ia ler nada do que escrevesse não se confirmou, não que tenha sido um estouro e neste momento estejam a preparar uma cerimónia para me dar um “gremling” dos blogs, mas é ótimo para me responsabilizar por escrever pelo menos 2 a 3 post por semana.
 
Fiquei muito contente, e também hiper surpreendida, com os 6 subscritores do blog no sapo, mais um membro no site Wix. Estas 7 pessoas estão a contribuir ativamente para que me mantenha na linha, que esta coisa de viver sem supervisão é complicada que a inércia ataca assim que uma pessoa se distrai.
 
E, por falar em inércia, encontrei o blog “a mulher que ama livros”, e está aceite o desafio 30 dias club 6 a.m., começou no dia 19 de Março, e se bem que vá manter o meu horário de 7 e picos a.m., vou seguir as sugestões de como começar os dias de modo mais saudável, produtivo e feliz.
 
Assim, para concluir o post e a semana, e não que eu seja uma autoridade no assunto, mas arrisco dizer que o fim-de-semana é um fator de felicidade!
Por isso, bom fim-de-semana a todas e todos!
 
P.S.
Fator e ótimo são óptimos factores para uma dor de cabeça porque não consigo escrevê-los sem "c" e sem "p", e já que o acordo ortográfico obriga, podia fazer-se um abaixo-assinado para a Adriana C. propor uma música que tornasse isto mais fácil e agradável!
25
Mar18

Lex talionis, ou o sniper americano


Cotovia@mafalda.carmona

Ou na guerra e no amor vale tudo menos arrancar olhos

GustaveDore.jpg

 

  • Por muito incorreto que possa parecer, ou mesmo ser, a verdade é que quando Bradley Cooper, no filme Sniper Americano, lança a frase-granada “Lex Talionis” como lema do batalhão, confirma as minhas suspeitas de que as semelhanças entre o amor e a guerra são reais.
 
Lex Talionis ou a Lei de Talião
 

texto3.JPG

No filme, a lei de Talião tem efeitos terríficos e horrendo final para a maioria dos intervenientes, sendo que a ironia reserva-se, ou serve-se, neste filme biográfico, para o último momento.
 
Na vida, tenho as minhas suspeitas, de que é a presença sub-reptícia desse entendimento de lex talionis, que mantém o equilíbrio entre as partes.
Isto porque a maioria das vezes, na vida, o respeito é impossível e resta o medo. Imposto ou involuntário é esse medo que impede o maltratante de escolher uma determinada pessoa como vitima optando por outra.
 
Devemos, inconscientemente, ter escrito no código que passamos ao outro se somos do batalhão de Cooper… ou não.
 
Dito de outra maneira, se somos o Chapeuzinho Vermelho...
ou não.

texto4.JPG

Mas para todos os efeitos, na vida, o lobo mau não interessa a ninguém, sequer para despacho de encruzilhada, e continuo com as minhas suspeitas de que, até prova contrária, para mim, lex talionis resulta na perfeição… e numa via de dois sentidos, tal como na música: “aquilo que você faz, um dia volta para você”. E aqui o autor é claro, porque a rima ficaria igualmente completa se fosse “aquilo que você faz, um dia volta para trás”, mas a dúvida poderia subsistir por interpretação incorreta de que volta para trás para longe. Não, é mesmo para cima de você, sem dúvidas nem ilusões.
 
Conclusão da retaliação, ou moral da história:
 
O correto é não fazermos ao outro o que não gostaríamos que nos fizesse.
E isto é uma regra básica do respeito mútuo… válida, senão na guerra, no amor. Por isso é evitar os lobos-maus como o diabo foge da cruz e não nos metermos em experimentações de domadoras de feras, que para as pessoas há profissionais especializados nisso: chamam-se psiquiatras.

 

 

24
Mar18

O livro onde estava (quase) tudo


Cotovia@mafalda.carmona

Ou como fazer uns saborosos pãezinhos para o lanche

(ou para quando quisermos)...

  • A receita dos scones, entre outras coisas, vinha neste livro onde estava, mesmo, quase tudo.
Podíamos perceber como "reconhecer, tratar e evitar o sarampo", "cortar uma sebe", "como saltar de cabeça para a água" entre centenas de outras coisas fundamentais.
 
Era um livro essencial para nós lá em casa, porque não havia internet, aliás, não havia internet na casa de ninguém.
 
Secretamente andavam umas pessoas a falar de uma coisa "avançadíssima" que, quando fosse inventada, faria com que qualquer pessoa falasse, visse e ouvisse, quem quisesse, onde quisesse, e sem fios, e de uma forma generalizada!
 
Mas era óbvio que estava subentendido ser assunto para lá de tabu, semelhante ao avistamento de um ovni ou outra esquisitice no género.

scones.jpg

Por isso as nossas fontes de informação ficavam restritas a esse livro e a outros no género, ou então, claro, esperávamos que alguém mais sábio ou experiente numa determinada área, resolvesse partilhar o seu conhecimento. Então, de acordo com os critérios de hoje, onde desesperamos se uma página de internet demora mais de 2 segundos a carregar, era tudo "muito devagar" e muito pouco. Uma realidade assustadora para os dias de hoje.

 

Agora, uma coisa é certa, os "saborosos pãezinhos" ficavam mesmo confecionados exatamente porque não havia internet, onde hoje nos perdemos no meio de pelo menos 999 receitas de scones, em todas as línguas.
 
texto.JPG
Os scones, pãezinhos saborosos e o chá, perdem para o Facebook, Twitter e WhatsApp.
 
Ter internet é maravilhoso, indispensável. Mas, a verdade é que no meio de toda a informação, verificarmos as notificações e pormos likes e enviarmos emojis a todos os amigos e familiares, os scones do chá passam para a ceia, ou até talvez para nunca, que nos hipermercados já tem uns prontos a por no micro-ondas.
 
De qualquer modo deixo aqui a receita que demora apenas 5 minutos a preparar e 10 minutos a cozer (quase o mesmo tempo que demorei a escrever este post!).
 

texto2.JPG 

Se fosse tudo assim tão simples o Domingo, os outros dias da semana,o Outono e o Inverno, seriam bem mais tranquilos!

Bon appétit, ou bom apetite!

 

 

 

 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

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Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

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A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

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A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
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