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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

23
Fev23

Gratidão...


Cotovia@mafalda.carmona

  • ...ou um amigo livro "residente" para os pequeninos mas que dá muito jeito aos mais velhos, "Sente a tua Gratidão - Não é preciso muito para ser Feliz", com texto de Kobi Yamada e ilustrações belíssimas de Charles Santoso, edição de 2022 da Zero a Oito.

Nesta época de Quaresma da Páscoa, que se iniciou ontem, na quarta-feira de cinzas, e depois do Carnaval, quando tive oportunidade de passar um pouco de tempo com os mais pequenos da família, os 2 A's, venho partilhar um livro muito especial.

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É um dos, muitos, livros deles que adoro, e que é muito adequado a esta época, ou a todas as épocas, este "Sente a tua Gratidão."

Começa assim:

"A gratidão não é algo que simplesmente se tem, mas que se aprende e desenvolve.(...) A vida é uma dádiva. E é para ti. As melhores coisas raramente são algo material. São experiências vividas, emoções sentidas e ligações feitas. Essas são as coisas que ecoam na nossa memória. E é quando nos sentimos gratos que somos capazes dos gestos mais bonitos e de apreciar os nossos melhores momentos."

Entretanto lembrei-me da mais recente descoberta, a open chat AI, e fui perguntar:

"Como demonstrar gratidão?"

Aqui ficam também, (além da sugestão de leitura), pelo menos 5 (das inúmeras) formas de demonstrar gratidão, refiro que a aplicação responde sempre de forma completa, a começar pelo enquadramento da questão:

"Mostrar gratidão é uma forma importante de reconhecer e apreciar as pessoas e coisas que tornam a nossa vida melhor.

Aqui estão algumas maneiras de expressar gratidão:

  1. Diga "obrigado" - Esta é a maneira mais simples e direta de expressar gratidão. Se alguém fizer algo por você, seja um favor ou um gesto gentil, basta dizer "obrigado" para mostrar que você aprecia o que essa pessoa fez.

  2. Escreva uma nota de agradecimento - Uma nota escrita é uma maneira mais pessoal de expressar gratidão, especialmente se você tiver tempo para escrever algo mais detalhado do que uma simples mensagem. Você pode enviar a nota por e-mail ou entregá-la pessoalmente.

  3. Faça um gesto de bondade em troca - Quando alguém faz algo por você, tente fazer algo em troca. Por exemplo, se um colega de trabalho cobriu sua tarefa enquanto você estava fora, você pode oferecer para ajudá-lo em algo que ele precise.

  4. Surpreenda com um presente - Um presente pode ser uma forma tangível de mostrar gratidão. Pode ser algo pequeno, como uma flor ou uma xícara de café, ou algo mais substancial, dependendo do contexto.

  5. Agradeça publicamente - Se alguém fizer algo importante por você, considere agradecê-lo publicamente. Isso pode ser feito em uma reunião de trabalho ou em um evento social, dependendo da situação.

Lembre-se, mostrar gratidão é uma habilidade que pode ser cultivada e que tem um efeito positivo em você e nas pessoas ao seu redor. Não tenha medo de mostrar sua gratidão e apreciação sempre que possível."

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Quanto a demonstrar a gratidão, fica assim demonstrado que é tão importante para quem a sente como para quem a recebe. Depois disto, poderei seguir a sugestão dada num outro blog sobre 30 temas para escrita, onde um deles era, exactamente, esta carta de agradecimento a alguém a quem queremos expressar a nossa gratidão.

Deste pequeno livro, em que um urso pardo é a principal personagem, retiro ainda uma citação, a minha preferida:

"Sê a razão pela qual alguém acredita na bondade das pessoas. Todas as palavras bondosas que diriges aos outros tornam-se parte deles e de ti também."

20
Fev23

Os 7 motivos para ter um blogue...


Cotovia@mafalda.carmona

  • Segundo a Inteligência Artificial, ou como escrever o livro "Onde está o Panda?"...ou como escrever, aprender ou fazer qualquer coisa, desde escrever um blogue ( e dicas para o fazer) aprender programação, até a pilotar um avião ou helicóptero, e tudo no mesmo sítio, virtual, claro está.

No meu voo de hoje, para fora do espaço aéreo do costume, dei com o programa da manhã na rádio Comercial, onde o N. Markl falou numa coisa, (hábito do NM, falar sobre coisas é o seu ponto forte) aparentemente super inteligente, que dá a resposta a qualquer pergunta: o Chat Open AI.

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Artigo externo para saber mais sobre AI (site didatica tech)

As perguntas em questão relacionavam-se com a composição da equipa do programa, quem eram e de onde vinham. Apesar de o acerto nas respostas ser discutível, e se ter brincado com o facto de atribuírem a escrita de um best seller ao NM, "Onde está o Panda", que não existe, pelo menos não escrito pelo NM (nem um best-seller, segundo as informações disponíveis), mas que o deixou suficientemente entusiasmado com a ideia para, quem sabe no futuro, escrever um livro com esse título, (e aí o Open AI também poderá ser responsável por fazer previsões, tipo Nostradamus AI), esta coisa de colocar as perguntas todas ao AI chat, e, mais importante, o chat responder, como se fosse uma Pessoa, suscitou a curiosidade desta Cotovia (desde o livro onde estava -quase- tudo, neste monólogo da Cotovia de 2018 aqui, ainda não me tinha deparado com uma coisa assim.. )

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Assim, depois de encontrar o link, e porque este fim-de-semana me deparei com um post onde se questionavam os motivos para se escrever um blogue, muito directamente fiz exactamente essa pergunta:

"Para quê ter um blogue?"

Aqui vai Pessoas, por pontos, os 7 motivos, segundo o chat.openai.com , para se ter um blogue (limito as minhas opções aos pontos 4, 6 e 7). Preparem-se para a resposta transcrita nas linhas, e parágrafos, seguintes!

 

"Há muitas razões pelas quais alguém pode querer ter um blog, incluindo:

1- Compartilhar conhecimento e experiência: Um blog é uma ótima maneira de compartilhar o que você sabe sobre um determinado tópico e fornecer insights e opiniões úteis para outras pessoas.

2- Desenvolver sua marca pessoal: Um blog pode ajudar a construir sua presença online e a estabelecer sua reputação como especialista em seu campo.

3- Networking: Ao compartilhar sua perspectiva e experiência, você pode atrair outros profissionais em seu campo e estabelecer relacionamentos valiosos.

4- Aprender novas habilidades: Escrever para um blog pode ajudá-lo a desenvolver suas habilidades de escrita, edição e comunicação.

5- Geração de renda: Se você conseguir construir uma audiência significativa, é possível monetizar seu blog por meio de publicidade, patrocínio, venda de produtos ou serviços, entre outros.

6- Documentar sua jornada: Um blog pode ser uma ótima maneira de documentar sua jornada pessoal ou profissional, compartilhar suas conquistas e aprender com suas experiências.

7- Terapia: Para algumas pessoas, escrever em um blog pode ser uma forma de processar e refletir sobre seus próprios pensamentos e emoções.

Essas são apenas algumas das muitas razões pelas quais alguém pode querer ter um blog.

O importante é encontrar sua própria motivação e ter um propósito claro para o seu blog antes de começar." 

E, como agora, dificilmente poderei chamar monólogo, (depois de neste fim-de-semana, ter figurado entre os 10 posts mais comentados no Sapo, no "blogues quentes"), e, temos, finalmente os Diálogos da Cotovia, e "mi casa es tu casa", segundo vós Pessoas, para quê ter um blogue ( e nalguns casos ter vários blogues e até vblogs - coisa a investigar numa próxima escrita...)? Concordam com a resposta da AI, e, há mais pontos a acrescentar, já que "quem conta um conto, acrescenta um ponto?

17
Fev23

Olá Alegria e Bom Carnaval!


Cotovia@mafalda.carmona

Ou como a "galinha da vizinha parece (mas não é) melhor do que a minha"

  • A propósito da alegria associada a esta época carnavalesca, que em Sesimbra é festejada em grande, com participação de todos os de cá e dos que quiserem vir foliar, desde a semana passada com os trapalhões, a noite de sexta feira e sabado, domingo pela tarde, até ao desfile dos palhaços na segunda e o grande desfile na avenida na terça,  republico um monólogo da Cotovia.

Bom Carnaval para todos, e haja alegria!

 

Andava eu na minha vida, por aí esvoaçando (gerúndio muito pouco querido a Stephen King, mas o autor não deve conhecer nem o Alentejo nem o Algarve, senão percebia a sua abrangência e complexidade existencial como um destapa olhos para o Senhor Mestre do género da escrita de terror), quando ouvi o seguinte comment, ao vivo e a cores, em direto, proferido por alguém, anónimo para o caso, em relação a um grupo de pessoas que se manifestavam de modo alegre e expansivo...

"- Parecem umas galinhas".

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Não foi a primeira oportunidade de registar a ocorrência deste comentário.

É recorrente. Em sentido pejorativo.

Por anónimos, só que não. E por um personagem saído de um dos 60 romances e 200 contos de Stephen King, tal o horror, só que não.

Obviamente existem "Aqueles" locais propícios à seriedade, à reflexão, à tristeza, locais para estarmos sossegados e não perturbarmos o silêncio necessário às atividades aí desenvolvidas, das bibliotecas, aos locais de trabalho passando pelas morgues, velórios, consultórios, hospitais e outros mais. Normalmente, alguns onde exista ou persista dúvida (dúvida essa geralmente agudizada pelo desassossego da espera prolongada para além do ponto da cãibra), como os cartórios e lojas do cidadão, até têm uma sinalética a indicar essa regra, não vá algum de nós estar mais irrequieto e sem capacidade de concentração ou distraído.


Era este o caso, e estivesse o grupo alegre num desses locais, e a regra poderia aplicar-se, só que não.

E mesmo se fosse inapropriado, existem modos cordiais e civilizados de uma pessoa se dirigir a outras pessoas para indicar seja o que for. A violência verbal é ilegítima, como qualquer outra violência, só que não. Por isso, a violência persiste e existe em maior grau quanto menor o grau do exercício da cidadania.

Pergunto eu, a alegria é ato vergonhoso e criminoso?

E o que justifica as pessoas serem logo ali "zurzidas" em impropérios e desdém, em agressão verbal, só por falta de lembrança do agressor ter trazido a vara de marmeleiro, ou uma marreta, para lhes acertar uma valente cacetada e passar para a agressão física? 

 E como, pergunto eu também, que neste momento sou a única a fazer perguntas (mas vocês Pessoas podem também perguntar e responder, "mi casa es tu casa"), é possível alguém se sentir ofendido e reagir com agressividade perante uma demonstração pública de alegria ou vivacidade?

E, ultima questão, não há final para a ditadura da seriedade compulsiva, pior do que o serviço militar obrigatório (só que não), e ser decretada a reforma permanente do "muito riso, pouco siso"?

Mas não são apenas as galinhas as visadas, ele há comparações pejorativas com outros animais, e até inanimados.

Do "teimoso como uma mula" ao "surdo que nem uma porta", há uma panóplia ofensiva sem fim,  que para além de ser, no seu geral e em particular, muito pouco científica ou comprovada, ainda por cima revela, além da óbvia falta de educação, um primitivismo para lá da Idade da Pedra.

panóplia.JPG

fonte: https://pt.wikipedia.org/wiki/

Estamos, mesmo para os mais céticos, fora da Idade da Pedra, e, é mais fácil perceber a probabilidade real de termos saímos do Paleolítico, do que a de nos sair uma casa, ou títulos do tesouro, por mais participações ou e-faturas que registemos.

film.JPG

Estamos, aparentemente, no Antropocénico, (ou no período Antropoceno ou ainda historicamente no contemporâneo- embora contemporaneidade desde 1789 me pareça super longuinquo, mas os estudiosos é que sabem- ou e- informático ou tecnológico ou espacial o que seja) e apesar do que lhe chamemos (e da controvérsia neste assunto), o que o resume é estarmos na parte em que passou a existir uma única espécie que determina a vida na terra, a humana. Ou seja, a Natureza "natural" manda muito pouco e a "natureza" humana manda quase tudo e demasiado.

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"Humans go from being participants in the whole earth to being a dominant feature, dominating the oceans, the lanscape, agriculture, animals. (...)"

Por isso não há desculpas, nem podemos culpar os dinossauros, deixemos lá os apedrejamentos para a parte sanguinária da história da civilização, digna dos compêndios de história e do antigo testamento, e também incompreensível prática ainda nos dias de hoje, onde e quando não existe constituição, república, democracia ou direitos.

Parte em que não estamos, graças à dupla da Revolução dos Cravos do 25 abril de 1974 e do 25 de Novembro de 1975.

E, não foi ontem, já tivemos bastante tempo para praticar, e, era suposto termos adquirido alguma capacitação.

Desde aí, estamos e vivemos num regime de Liberdade, temos direitos (e obrigações, nomeadamente o dever de fazer prevalecer essa mesma liberdade), igualdade, de género, religião e expressão, fraternidade, em democracia, estamos mesmo naquela parte onde podemos escolher ser quem quisermos.

E se podemos ser quem quisermos, escolhamos ser gentis, e deixemos em paz as galinhas, não sejamos cocós e tentemos contribuir para que os que nos rodeiam também não o sejam.

O fim do mundo duvido que se amedronte ou assuste com caras sisudas, as chamadas carantonhas!

Para isso já temos os "caretos", neste caso os de Lazarim que tinham alguma utilidade.

De resto...Cara alegre sempre que possível, e desde que não estejamos a viver um dos momentos referidos onde a natureza é tristeza, sejamos felizes!

Ou pelo menos tentemos não ficar ofendidos com a felicidade alheia!

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"Em Lazarim celebra-se o carnaval, que é considerado o Entrudo mais tradicional de Portugal. A festa é caraterizada pelos Caretos, cortejo etnográfico, e testamentos satíricos, numa licenciosidade vinda de tempos em que tudo era vivido em clandestinidade, confrontando a autoridade institucional e religiosa vigente, os caretos usam máscaras de madeira de amieiro com fisionomias de traças zoomórficas."

 

 

16
Fev23

O Livro...


Cotovia@mafalda.carmona

...convidado ( por empréstimo) de Hoje é...Talvez um Anjo de Filipa Sáragga.

  • No noticiário da ontem, porque foi o dia internacional da Criança com cancro, o dia 15 de Fevereiro, numa reportagem acerca da inauguração da exposição no IPO do Porto, "Da imagem à palavra... De que cor é o cancro?" referiram que existem 400 novos casos de crianças com cancro por ano, 80% delas vencem a doença, algumas delas com sequelas para a vida.

Isto significa, não em abstrato, mas em concreto, que 320 crianças sobrevivem, e que as outras 80 crianças são como a Maria, a menina de que fala este livro, um dos meus amigos convidados desta quinzena, "Talvez um Anjo" de Filipa Sáragga.

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"Talvez um Anjo " da ilustradora e escritora Filipa Sáragga, 2013, Edições Marcador, capa Bruno Rodrigues/marcador

"Esta é a história de uma criança única com uma força extraordinária, uma criança com uma lucidez espantosa e uma capacidade de amar invulgar. Teve uma vida curta, se avaliarmos pela medida com a qual estamos habituados a olhar o tempo, ou longa, se preferirmos pensar na intensidade de tudo aquilo que viveu em tão pouco tempo."

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A exposição no IPO do Porto "As cores do cancro" inaugurada ontem, dia 15 de fevereiro de 2023, dia internacional da Criança com cancro, página do IPO no Facebook aqui.

Assim, sem nenhuma ordem em especial, foi este o primeiro livro que li, num rompante, num misto de espanto e tristeza, numa leitura onde há a partilha de vidas, desde já a da Maria, mas também as da Susana, do Ramon, de outras Marias,  do Unsumané, do António e do Afonso, da Rita, do Nuno, do José, da Teresa, da Fabíola, e de Jesus.
Acerca de Jesus, muito haverá para refletir, mas fica fora do âmbito desta leitura, e, por agora, partilho aqui algumas observações que recolhi:

Primeira, a Filipa Sáragga não se assume como escritora.

Permitam-me discordar. Toda a escritora ou escritor é aquela Pessoa que sente a necessidade de contar uma determinada história, real ou ficcional, porque tem a convicção de que aquela história tem de ser contada, é-lhe fundamental passar essa história aos outros, passar uma determinada mensagem, uma mensagem única para quem a irá ler, e que é fundamental para quem a está a escrever.


E é assim que começa a leitura: "Não sou escritora, nem pretendo sê-lo. Vou apenas relatar a história de uma criança única com a qual tive a sorte de me cruzar. Faço-o porque (...) existem vidas que devem ser partilhadas. Vidas que nos ajudam a perceber o propósito da nossa própria existência."


Acrescenta: "À medida que fui escrevendo este livro e pintando as telas, experimentei sentimentos contraditórios.

"Algumas vezes, por não me sentir merecedora de transmitir a história da Maria, pensei em desistir."


Tendo como fundamento esta intenção, a Filipa, embora a sua modéstia a determine, é escritora, sim.


No primeiro capítulo, intitulado "Talvez fosse um anjo", refere:

"Em geral nós pessoas comuns, temos dificuldade em aceitar quem, de alguma forma, nos incomoda, nos ofende (...) seja este o maior obstáculo: amar os que não devolvem o nosso amor, amar (...) independentemente das convicções (...), das imperfeições."

E indica que o conteúdo livro serão os episódios da vida da Maria que vai contar, acompanhados das suas ilustrações (Filipa Sáragga).

"Lembro-me de quando me via a pintar e também me pedia tintas. Aquilo que mais gostava era de adivinhar o que estava nas minhas telas mais abstratas: vislumbrava sempre animais. E gritava:" Madrinha, encontrei um pássaro!"

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Ilustração da artista e escritora Filipa Sápatta, pag. 32 e 33, da obra "Talvez um Anjo" da editora Marcador www.marcador.pt

Termina o livro, e termino eu esta partilha do meu amigo livro "Talvez um Anjo", com  uma citação do texto da escritora Laurinda Alves:

"A impotência que experimentamos perante este sofrimento é inexprimível. Jamais conseguiremos traduzir por palavras o que nos vai no coração, mas mais importante do que medir a devastação é falar da exaltação. (...) Esta substância da exaltação de que falo descobre-se na capacidade de superação. (...)" 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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