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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

15
Fev23

Olá e viva a Democracia!


Cotovia@mafalda.carmona

  • A vida desta Cotovia é uma coisa engraçada, ou mágica, ou trágica ou banal e normal ou todas as anteriores, não sei bem. Seja como for, estamos na beira de uma coisa controversa, e que está a acontecer aqui no blogue da Cotovia e Companhia...

Pois vejamos, uns poucos dias depois de afirmar que este blogue tenta ter uma politica de "política free", e que, de preferência não escrevo sobre política aqui...

Aqui estou para fazer isso mesmo.

Como sempre, é o título deste post a dar o mote, pois além de estarmos num sistema democrático, o blogue é meu e portanto escrevo, com esta asinha que a natureza me deu, sobre o que entender. E, não estarei a dar uma informação difícil de confirmar, se disser que esta é a primeira vez que faço este voo declaradamente... político.

Como cada acção tem uma causa, a causa deste post, que não é um monólogo, pois trata-se de uma "carta aberta", ou "comentário aberto", cujo conteúdo é uma resposta a um outro Blogger do Sapo, neste caso o Z. Z por nenhum motivo especial, apenas Z, de Zulu como no alfabeto fonético, por exemplo, ou Z de Zoo. Dá-se o caso de a Cotovia ter colocado uma questão, política, na sequência da leitura de um post nesse blogue, e, ter obtido uma resposta. Resposta essa que mereceu a melhor atenção da Cotovia, que afanosamente, e de modo empenhado, elaborou uma resposta para submeter no blogue do Z. 

Pois dá-se ainda o caso de após ter escrevinhado, ou seja teclado, no écran do telemóvel, revisto os erros de ortografia, gramaticais e lapsos do amigo (inimigo) corrector, quando carrego no botão do "comentar"... Nada. Após várias tentativas sem conseguir submeter o comentário (pensando sobre isso, provavelmente excedi o limite razoável de palavras para um comentário, admito, não sou minimalista) pensei, ora esta?! Então e agora?!

Agora é um copy-past e vou publicar no meu blogue e espero que a resposta chegue ao seu destinatário e de caminho a todos os que por aqui passam...

Até porque, já o disse Saramago, o José, e nomeadamente escritor Prémio Nobel :

"O blog vai iluminando o caminho do seu autor, é essa a sua virtude."

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in O Caderno, José Saramago, Porto Editora, FJS, Biblioteca Municipal de Sesimbra 

Um "à parte", lá por 2017, no outro espaço onde também escrevinho umas coisitas, no Facebook, por causa de uma manifestação de opinião política como esta, fui "desamigada" por uma meia dúzia de pessoas, mas mesmo assim, ou mesmo por isso, vou definitivamente seguir em frente, e continuar com isto do expressar a minha opinião, "santo" LMM me valha, aqui vai:

"Olá Z., antes de mais obrigada pela sua disponibilidade para o diálogo. Naquilo que escreve, de facto, e apesar de não ser uma aula de história, relembrou-me a minha professora mais querida, que leccionava a minha cadeira preferida, (ou que passou a sê-lo depois da Professora) História. (falei da Professora L. num monólogo anterior sobre os descobridores e os achadores.)

Preferida porque me ensinou muitas lições, pessoais, culturais e obviamente de história (ou aquilo que foi a minha interpretação do que foi leccionado).

Lição pessoal foi a de que conseguimos conciliar os estudos e o saber ao longo de toda a vida, com ou sem filhos, família, amigos, trabalho, pois o saber e aprender é uma necessidade básica, faz parte, como respirar. Não se pensa vou respirar daqui a meia hora ou amanhã, não. Tem de ser em continuidade. Assim é o saber e aprender segundo a Professora L. e eu concordo e subscrevo.

Depois a questão da verdade.
A verdade transmitida historicamente não é a verdade absoluta, existem lacunas de informação, perdida ou omitida, e pela impossibilidade da nossa observação directa, não estávamos nem podemos estar presentes em todos os acontecimentos históricos, portanto o que existem são versões da história. Podemos, inclusivamente, observar como as pessoas presentes num determinado evento retiram dele "versões" tão diversas quanto a individualidade das suas personalidades, até mesmo no âmbito familiar. E assim é, também, na esfera da história, dos acontecimentos sociais, civilizacionais, culturais, religiosos, onde a capacidade de observação é atingida pelo chamado viés, e consequentemente as conclusões que daí resultam não são universais nem transversais.

Falando da democracia.
Logo no início do estudo da disciplina de História, que se repetiu na Universidade na disciplina de História de Arte e Arquitetura, a Grécia é apresentada como o berço da civilização ocidental, e com ela a invenção da democracia, assim como do direito, da arquitectura e urbanismo, artes, filosofia, ciência, matemática, um legado imenso que perdura até Hoje. Portanto, os princípios da democracia tiveram aqui, digo lá,  na Grécia antiga, a sua origem, tendo-se desenvolvido e aperfeiçoado até aos dias de Hoje, continuamente.


São,  Hoje, estes princípios que, em termos sociais, culturais, artísticos, económicos e religiosos, permitem a todos os cidadãos terem iguais oportunidades, terem sindicatos que os representam, partidos que elegemos para nos representar nos municípios, na assembleia da república e que escolhemos para integrar o governo, que nos permite ter tribunais (nacionais, europeus e internacionais) justiça, leis, deveres e direitos, constituição, segurança social, educação, saúde e quando alguma destas entidades falha, temos o direito a nos manifestarmos e apresentarmos as reivindicações que entendermos, cumprindo regras, mas em liberdade.

Assim, ninguém me cala, nem a si, nem ninguém neste País, nem nesta Europa.

Nem me impedem de sair da minha aldeia, vila ou mesmo do país, de viajar, de trabalhar no que entender, de escolher com quem falo, o que vejo na televisão, que jornais leio, a que reportagens assisto, entre tantas outras liberdades que tomamos por garantidas depois da revolução de Abril, que acabou com uma das ditaduras existentes na Europa, tal como acabaram as ditaduras em Espanha, Itália e Alemanha. Infelizmente, Hoje, existem ainda ditaduras, onde o povo continua a ser oprimido, desrespeitado e escravizado.

Não é o caso do nosso país, nem da Europa, graças a estarmos integrados na união europeia, na ONU e também por fazermos parte da NATO. Portanto, para mim, a democracia em liberdade, é um sistema que funciona. E funciona se estiver apoiado noutros garantes da liberdade,  necessários, pois como tive oportunidade de esclarecer noutro post através de um ditado popular "às cobras e às ervas daninhas, cortam-se as cabeças quando são pequeninas".

Finalmente chega a liberdade.
A liberdade que é possível em democracia, é para todos, incluindo os que contra ela se podem manifestar e os que dela dependem para livremente e democraticamente se expressarem pela escrita, pela arte, pela cultura, pela criatividade, pela comunicação, porque estão garantidos os direitos colectivos e individuais. A riqueza de quem produz a arte, a riqueza de quem produz o pão, a riqueza de quem produz seja o que for, está garantida pelo sistema democrático, e, se não estiver, podemos lutar para alterar as leis, para as adequar, pois podemos contar com um sistema onde a união faz a força, onde defendemos todos juntos a liberdade, e a democracia é o meio para tornar possível a igualdade, a justiça e a riqueza.

Quando uns poucos decidem por todos, sem que sejamos todos chamados a participar, é ditadura.

Por isso, democracia somos todos nós, e o sistema democrático é aquele onde a liberdade anda de mãos dadas com a democracia. Porque em democracia continuaremos a lutar para criar a riqueza, seja ela cultural, económica, social, e também riqueza política, e não é um sistema perfeito, carece de melhorias, sim, mas são melhorias possíveis e alcançáveis pelo Diálogo, pela Paz, pela Consciência Social, pelo Respeito, pela Resistência, pela Natureza, pela Luta se necessário mas sempre em Democracia.


Por isso, quanto a mim:

Viva a Educação!
Viva a Paz!
Viva a Prosperidade!
Viva a Liberdade!
Viva a Fraternidade!
Viva a Saúde!
Viva a Democracia!


E viva o Sapo Blogs por existir e nos permitir a troca de ideias e argumentos num diálogo que se pretende... enriquecedor.
Obrigada Z., cumprimentos.
Mafalda Carmona

14
Fev23

Neste mar de palavras...


Cotovia@mafalda.carmona

Todos somos pescadores...

  • Seja nas escritas neste grande lago de blogues e palavras do Sapo, nas escritas que mantemos privadas, nas que são partilhadas, seja nas leituras ou também noutros espaços para onde podemos estender a área de pesca, (mesmo não sendo áreas digitais): as livrarias e as bibliotecas municipais. Pois muito bem, Hoje, optei pela pesca na Biblioteca Municipal de Sesimbra. 

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E, se "no mar das palavras somos todos pescadores", (como diz o Joaquim Gil dos Gigantes do Nada, banda de Almada), nas asas dos livros todos podemos pescar histórias e escritas para voar, sonhar, divagar, criar, sentir, pensar, refletir, e apropriadamente neste dia, amar!

Como os livros são mesmo nossos amigos, e para algumas Pessoas, os seus maiores amores, e o dia de São Valentim também pode ser comemorado com eles, estes 5 novos amigos (ecléticos) estarão aninhados, perdão, emprestados pelas próximas duas semanas aqui pelo espaço da Cotovia e Companhia . 

Se me permitirem (eles, os livros e os seus autores, sem ir contra os direitos materiais nem intelectuais, sem falar nos comerciais) irei partilhando, discretamente, o que têm para dizer...

Nesta próxima quinzena irei apresentá-los, e são, sem nenhuma ordem particular, (não vou colocar por ordem alfabética, pois está é uma experiência algo anárquica e eclética, como os próprios):

 

"Talvez um Anjo" de Filipa Sáragga;

"O Caderno" de José Saramago;

"Coisas de Sesimbra" de António Reis Marques;

"Sou Feliz" de Bronnie Ware;

"No passado e no Futuro Estamos Todos Mortos" de Miguel Esteves Cardoso.

 

E se for o caso de conhecerem alguns destes amigos, o que acharam? Tem ou não têm algo para nos dizer e histórias para partilhar? Recomendam alguma ordem de leitura, ou até mesmo de... não leitura?🐦

Ainda trouxe mais duas sugestões: 

Curso MOOC património arquitectónico e arte urbana, um curso online, disponível, gratuitamente, na plataforma digital NAU até abril de 2023, mais informações no site da Área Metropolitana de Lisboa www.aml.pt;

Um novo serviço público da Associação de Municípios da Região de Setúbal (AMRS): Comunicação Digital de Proximidade.

Nas Bibliotecas Municipais da região de Setúbal (Alcácer do Sal, Alcochete, Barreiro, Moita, Montijo, Palmela, Santiago do Cacém, Seixal, Sesimbra e Setúbal) estará disponível o apoio e até um mini estúdio para "dar asas à imaginação e criar conteúdos digitais" para potenciar os nossos canais digitais.

Bom dia de Hoje, boas leituras, escritas, cursos, trabalhos, e voos conforme for o caso, Pessoas!🐦

11
Fev23

1 Hoje, 6 Meses e 1 Corcovado...


Cotovia@mafalda.carmona

  • Ou o meu próprio redentor privado, neste percurso do blogue da Cotovia e Companhia aqui no grande Lago do Sapo, de Setembro de 2022 a Fevereiro de 2023  (há quem lhe chame charco, mas com tantos perfis e utilizadores, tem mesmo de ser um grande lago para cabermos todos, mesmo se por vezes parecemos "sardinhasemlata").

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Rio de Janeiro in Wikipédia

Quando comecei este blogue, como na série italiana "The Bad Guy", ou nos filmes do 007, apresentei-me e disse ao que vinha, companhia, Cotovia e Companhia.

Assim criei a segunda autora, a Cotovia, por ser a localidade onde vivo, por ser uma espécie de agente secreto ao estilo do próprio 007, mas sobretudo para me relembrar de "cantar" um canto mais leve e alegre.

Mas também poderia chamar-se "viverdepoisdos50"...

Porque é mesmo um instante chegar aos 50, mas ainda bem que cheguei, significa que estou viva, e também ainda bem,  porque já está.

Não mudaria nada, pois apenas por tudo ter sido exactamente como foi, é que tenho as minhas filhas e os meus netos tal qual são, e para mim, como aprendi a dizer aqui, "lindos como o sol" e, todas as idades são bonitas (mesmo se em criança, já queria ser velhota, e no lobo mau a personagem predileta era a avozinha, ou o lobo mau, chapéuzinho vermelho é que não é comigo...).

Por isso, Pessoas "já nos 50", tenham calma que não se passa nada, e se passar, deve ser tão rápido sair desta década como foi chegar cá, é só manter a calma, e até há quem diga (não eu, que não sei se concordo ou discordo) que a idade traz atrás a sabedoria (é estar atenta à idade no cartão de cidadão, tarda nada passo ali o limite dos 60, 70 e picos, nesta estrada de tolerância zero, chego a idosa encartada, e, automaticamente, puf, fico super sábia, só que não, provavelmente só com falta de vista ao perto que é o mais certo) e nem os "cúmplices do tempo" podem mudar isso, embora ajudem, e muito, a passar por ele da melhor forma.

Isto foi em 2018.

Então, não sabia muito bem como era a geografia desta plataforma do Sapo, nem o que, ou quem por aqui iria encontrar.

Passados estes anos de atividade intermitente (mais precisamente 5, não que alguém esteja interessado em os contar, mas digo eu, já dava para ter tirado um curso superior, com mestrado integrado e nestas andanças não me sinto mestre em nada senão em encontrar tantas Pessoas interessantes, tarefa facilitada pelas próprias, mesmo se, ao que parece "já está tudo dito e inventado", só que afinal não), num voo descrito como o de "um morcego", meio às cegas e com uma carta de voo com altos e baixos, coisa comum e banal, e depois de setembro de 2022, decidindo não fazer a costumeira migração para Sul ( um eufemismo para ir voar para outras bandas), aqui fiquei para descobrir coisas em mim, nas Pessoas e nos seus sentires, que tornaram o meu existir mais rico e interessante.

Fizeram até com que o canto da Cotovia se aventurasse na Poesia!

Com alegria, muita descontração, e com a chamada força de grupo, dada por todos aqui, incluindo a equipa do Sapo, "as 12 uvas passa" foram destaque logo em Janeiro, para começar o ano de 2023 com o pé, perdão asa, direita. Sem conotações políticas, com q.b. de humor e muito afã, fui publicando monólogos de outubro a janeiro (ao ritmo da Cotovia, entre 1, a 2 ou 3 por semana), e, alguns chegaram mesmo a ter muitas visualizações, muitas mais do que os seguidores que o perfil tem hoje em dia ( ou seja em que dia for).

Tudo isso me fez sentir muito bem e reforçou a força do !Hoje!

Sem distinção nem discriminação e como "quem rima sem querer é amado sem saber", esse sentimento de pertença e bem querença aqui no grande Lago do Sapo, traduziu-se na publicação do monólogo "Sou Poeta?" a dar o mote ao que, a partir destes 6 meses de presença mais constante, passou a ser o lema do blogue:

"Nascemos poetas,

só é preciso lembrá-lo.

Saber é quase tudo.

Sentir é o Mundo."

Ao olhar para as linhas da vida do voo da Cotovia neste tempo, traçadas pelo gráfico das estatísticas dos últimos 6 meses, não será coincidência, porque "não há coincidências", mas digam-me lá se não parece mesmo que estes voos da Cotovia traçaram nos ares deste Céu do Grande Lago do Sapo, com linha azul, uma ilha, senão a "d'A ilha de Stephen e a extinção da Cotovia", um recorte que parece mesmo o do relevo do Pão-de-Açucar, de frente para o Cristo Redentor na cidade maravilhosa do Rio de Janeiro, onde nunca estive senão neste voo estatístico, pois até tem a linha irregular, a verde, das construções e vegetação da enseada Botafogo?

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Sem conotações religiosas (e até mais matemáticas), esta linha estatística a azul céu, é a tradução desta viagem e experiência redentora e gratificante, num voo que, com a ajuda de todos, até da "nossa senhora da meia-lua", fez com que a altura de outubro a janeiro, fosse de "penosa" a saborosa, e não por causa das "lagostas que sabem a natal e a férias", mas por algo raro e fundamental:

As Pessoas que estão aqui no Sapo e as suas escritas, a fazerem a diferença entre o dia normal e o especial.

Por isso aqui fica o meu muito obrigada, com a promessa de que por aqui irei ficar, seja qual for o voo, de morcego a "porco voador", a rimar com mel e "colibris tupis", ou como o "Sr. Peixe", aos saltos e com altos e baixos (com ou sem muitos "alien"s, parênteses e "à partes" - ou "à margem"- e "sem ser de propósito mas com propósito" como aqui aprendi), mas a dizer, e a ser, Presente, e a escrever "pelos meus ancestrais, pelas minhas filhas, pelos filhos das minhas filhas" e a insistir e resistir para fazer dos dias experiências e aprendizagens (como também aqui aprendi e não me canso de repetir) "lindas como o Sol" porque "o sol quando nasce é (mesmo)para todos, e igual em todas as partes deste mundo", e os raios de luz até chegam aqui ao Lago do Sapo a "espantar" os fantasmas, os SOS e os anónimos, e a iluminar e encantar por igual, "aves raras", peixes e "peixas", "esquisitas", cotovias e Pessoas.

E porque não vale a pena chamar a tristeza (tal como a morte, são sempre como aquela tia aborrecida, que chega sem ser convidada, só para estragar o Natal, toda a quadra a fazer a única coisa que sabe e faz bem: ser aborrecida e muito inconveniente), desejo a todas as Pessoas um abrangente, e renovado diariamente, Feliz dia de Hoje!🐦

 

09
Fev23

Nossa Senhora da meia-lua


Cotovia@mafalda.carmona

Ou a diferença entre o copo meio-cheio ou meio vazio

  • Hoje, ontem e, esperemos que amanhã, haverá sempre uma parte da humanidade, esperemos que a maioria, a mostrar a bondade, solidariedade e a confortar nos momentos mais tristes e difíceis. Apesar dos tempos de tragédia que atravessamos, vão havendo momentos de esperança e através deles poderemos ganhar a força para apaziguar a revolta e a incompreensão.


Sei que por vezes aquilo que publico e escrevo no Facebook e na plataforma do Sapo tem humores intermitentes, umas vezes mais agrestes, outras mais apaziguados, ou mais alegres e humorados... Outras nem por isso, mas é com boa vontade e enorme entusiasmo, ou afã, que sempre que possível aqui estou a dizer, presente!

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Para esse apaziguar de sentimentos expressos em palavras em muito contribuem felizes encontros como a ROMI, a Maribel, a esquisita, o Zé Onofre, a Beatriz Costa, o Cúmplice do Tempo, a T. , o Merlo entre tantas outras Pessoas a quem agradeço as suas escritas em palavras e frases que fazem muito sentido e a diferença entre um dia normal e um dia especial.

E na sequência do espírito das palavras do António Feio, de não deixar nada por fazer, nem nada por dizer, quero deixar palavras de agradecimento.

Obrigada a todos eles e a cada uma de vós Pessoas, no Sapo e também as do Facebook que contribuem com as suas criações para fazer os dias mais luminosos como o Joao Pata - Photography , o Joaquim Gil dos Gigantes do Nada , a Sara Farinha , a Mariana Luz - Vida Ilustrada , o Mário Augusto, o Samuel Pimenta, e tantas outras Pessoas bem como todas as Pessoas que seguem a página da Cotovia e Companhia ou mesmo não seguindo por aqui passam.

E, para o dia de hoje, que se prevê de alguns aguaceiros, para relembrar que o sol anda por aí, deixo-vos uma lengalenga que me contava a minha mãe e a minha avó materna O.:

"Está a chover e a fazer sol,
E as bruxas a comer pão mole.
Nossa Senhora da Conceição
Faça sol e chuva não.
Nossa Senhora da meia-lua,
Faça sol para eu ir para a rua.
Nossa Senhora da Atalaia,
Faça sol para eu ir para a praia!"

 

Que este sol seja também o da esperança, o da segurança, o da paz e se possível, o da alegria.
Bom dia Pessoas da minha vida!
🐦

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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