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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

19
Mar23

Um presente no dia do Pai...

Republicação de 2018


Cotovia@mafalda.carmona

Ou, a visão em túnel dos pais quando partilhada pelas filhas
 
  • Quando a nossa filha mais velha foi para o infantário, que em Espanha por influência da romanização se chama “parvolário”, (sendo que de pequenos, os pequenos e pequenas infantas, só têm mesmo o tamanho pois são grandes pensadores), e chegado o dia do Pai anunciou satisfeitíssima, depois de lhe dar a prendinha que consistia num gigante coração em massa de modelar pintado na cor preferida do pai:
 
“Pai, já sei que prenda te vou dar daqui a alguns anos quando fores velhinho!”

pai10.jpg

“Ah? Como assim? Que prenda?”- Perguntou o pai P. já a pensar: “Daqui a “alguns” anos?! Não será “muitos” anos?!" Estaria ele nesta complexa discussão com a sua perplexidade, quando a resposta chegou:
 
“Vais para um lar de velhinhos para tomarem conta de ti, e ficas lá muito bem, é o melhor para ti.”
 
E aqui o pai P. ficou orgulhoso da sua infanta! Muito bem, isto é que é ter visão. Ficou radiante! O futuro estava salvaguardado: a filha ia fazer tudo para providenciar um lar para passar a sua velhice descansadito! E estava a pensar nisto aos 3 anos de idade. Maravilha! A melhor prenda de sempre!

texto dia pai.JPG

 

Pelo meu lado, fiquei horrorizada, mesmo, e, perto do pânico, perguntei: “Mas porquê filha, porque vai o pai para o lar?”

 

“Porque o pai tem o trabalho, e quando for velhinho já não vai trabalhar e vai precisar de ocupar o tempo! Sabes, eles nos lares fazem muitas coisas e ele assim não se vai aborrecer!”

 

Anunciou a nossa filha igualmente contente porque assim não precisava de se preocupar com o futuro do pai e das prendas do dia do Pai! Tinha encontrado a prenda per-fei-ta!

Até hoje brincam imenso com o assunto, sabendo que, de parte a parte, é mesmo assim que vai acontecer, ambos satisfeitos com visões partilhadas de como resolver problemas e tomar decisões, a tal visão túnel, de uma pessoa, um problema, uma solução... e rápido, de preferência já.

Foi de facto a melhor prenda de sempre!

 

Feliz dia do Pai a todos!

 

P.S.

Links para a autora das ilustrações Snezhana Soosh: https://www.instagram.com/vskafandre/

http://vskafandre.com/app/#/portfolio/#mainMenu

 

19
Mar23

Daisy...


Cotovia@mafalda.carmona

Daisy Jones & the Six

  • Esta é a tal série que tem aparecido citada aqui nos textos das publicações da Cotovia e Companhia, que parece aplicar-se a tudo e mais 3 pares de botas...

A série é baseada no Top Seller do New York Times, com o mesmo título, da escritora Taylor Jenkings Reid, lançado em 2019.

Deixo-vos dois videos, um de um dos temas e o outro de um resumo desta série. Como introdução fica transcrita uma das, muitas, questões desta série:

"-E tu, o que fazes!? (quando estás triste)"

e a resposta:

"-Eu... sinto-A...(a tristeza)"

Também tem outras perguntas e respostas que abordam a criatividade e a complexidade.

Bom domingo, Pessoas! Dia feliz!

 

18
Mar23

Vil...


Cotovia@mafalda.carmona

Herança Maldita

  • Ou porque é importante na vida, termos um quê de Agatha Christie, de CSI, ou detetive privado, no que diz respeito a apurar a verdade, de modo permanente e integrado no nosso quotidiano. 

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Detive-me neste pensamento quando fui abalroada no meu voo "detetivesco", destinado a apurar a diferença entre ser uma Pessoa otimista ou uma Pessoa pessimista. O causador deste choque, (e não haverá seguradora que cubra danos destes causados por terceiros), é o Arthur, e apesar de ter um nome com inicial A, como os meus dois netos A's, talvez por ignorância do Sr. A, o Shopenhauer, isso não o impediu de me cilindrar ao ponto das penas ficarem todas descompostas.

O que tem este Sr. A. Shopenhauer para oferecer?

Pessimismo, para dar e vender.

E isto até depois de falecido, quando ficou sumamente conhecido, pois em vida, não atraiu, pois mais certamente repeliu, com o seu trabalho pessimista, as atenções significativas que poderiam levá-lo a subir aos palcos das áreas filosóficas, enquanto ainda respirava.

Ora bem, por muito que seja difícil de acreditar, este máximo expoente da filosofia, dedicou grande parte da vida a fazer um trabalho exaustivo sobre os fatores do pessimismo, e por esse motivo foi um precursor nesta área, restrita, (o que não é de espantar, ou seria, de espantar para longe, tanto pessimismo até causa arrepios, e, é verdadeiramente sinistra a fixação no tema ...) sendo que hoje em dia não haverá nenhuma aula de filosofia onde não se fale dele...

E também fora das aulas de filosofia, por isso sempre que alguém refere este senhor filósofo, alemão, nascido na cidade de Danzig há mais de dois séculos atrás, em 1788, eu encolho-me toda e receio o pior.

Não faço ideia de onde tirou o conceito de que a natureza humana é... vil!

O Sr. AS afirma portanto que a Pessoa "está nem aí" para apurar a verdade, nem do que é correto, e apenas quer saber da vaidade intelectual, com ou sem razão.

Apesar de indicar a porta de saída para esta dificuldade, que seria a oportunidade de entrada para a verdade, junta aos seus argumentos, a sua convicção de que além de vil, a Pessoa é, igualmente, falsa e desonesta! 

Um trio de respeito, uma herança de peso para a humanidade, na qual, até os três quartos disponíveis sobrantes deste testamento maldito, destinados à loquacidade, são para serem por ela usados, e abusados, ao serviço da desonestidade.

É aqui que a questão do apuramento da verdade, que foi assassinada pelo Sr.AS, remete para as séries de televisão, e antes disso para as peripécias do Perry Mason, da coleção livros Vampiro ( mais uma vez a sensação de arrepio...): 

Se não se descobre quem realmente é o "serial killer", e em vez dele, apontam um outro qualquer, mesmo depois desse "qualquer" ser afastado dos episódios futuros, em todas as temporadas, corpos continuarão a acumular-se na morgue, a um ritmo mais acelerado do que o do último filme com o ator Bruce Willis, no qual esse parecia ser o único objetivo da trama, no que também costuma chamar-se de "encher chouriços", neste caso encher morgues de verdades mortas, com a participação entusiasta das hostes de zoombies de mentiras, fora do controle de quem as criou, e do resto da humanidade  (e não, não estou a falar de ninguém senão do Sr. A. Shopenhauer, e agora do Sr. Bruce, qualquer semelhança com um qualquer ditador a colocar a humanidade na vizinhança de uma Grande Guerra, a Terceira, e não é ilha, mas também, começa por P, como a ilha do Pico, vejam se adivinham, é mera coincidência, mas já que falamos nisso, para quando uma Primavera como a de 68, em Praga? Só que noutras geografias). 

Portanto, neste paralelismo sem igual, parece completamente surreal (desculpa Ana) não querer apurar a verdade, e, ao invés disso, decide matá-la com a desonestidade eloquente da falsidade vil. 

E depois de gastar todos os adjetivos que tinha, pergunto:

Se está morta, quem nos fará companhia? A mentira? Assim não é de admirar que o Sr. AS fosse fã do pessimismo. 

Por outro lado, parte do que diz indica o caminho para descobrir onde anda a verdade, mais não seja pela prática do oposto:

O otimismo.

Deixo-vos aqui um excerto do que o Sr. AS escreveu, as partes otimistas, pois tal como diz o produtor ficcional na série Daisy Jones & the Six:

"ninguém quer ouvir músicas com letras sobre a morte, a guerra, assuntos desses... vocês têm de escrever e cantar sobre outras coisas", e embora também não concorde totalmente com esta afirmação, a reflexão sobre as temáticas líricas e o seu esclarecimento fica para outro dia, pois por Hoje esta publicação, ou post, é mesmo só para nos debruçarmos no pessimismo do Sr. Shopenhauer:

"Se a natureza humana não fosse vil, mas inteiramente honrada, não deveríamos, em nenhum debate, ter outro objetivo que não a descoberta da verdade; não nos deveríamos preocupar se a verdade provou ser a favor da opinião que começamos por exprimir, ou a favor da opinião do nosso adversário.(...) A nossa vaidade inata, (...) não permitirá que admitamos que a nossa posição inicial estava errada e que o nosso adversário estava correto.

A saída para esta dificuldade seria, simplesmente, dar-mo-nos ao trabalho de formar sempre um julgamento correto e, para tal, uma pessoa teria de pensar antes de falar.(...)

Depois disto, se não tivermos motivos para, não só procurar a verdade, como ter um bom fim-de-semana, não sei o que mais poderá contribuir para dar a motivação extra (a tal "mais uma milha" da nossa Marinha portuguesa) para alcançar esse objetivo?

Provavelmente resumir tudo o que aqui escrevi com uma citação de Buda (os mestres são sábios e concisos), citada no episódio 7 de Daisy Jones & the Six, será uma excelente ideia, sobretudo para aqueles de vós que lêem em diagonal, o que não faz mal, até fazem muito bem, pois vão ao encontro do espírito das palavras de Buda!

"A dor é inevitável, o sofrimento é opcional." 

Bom Sábado, Pessoas!

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Arthur Shopenhauer sobre o pessimismo e a  razão.

P.S.

Este post de Hoje foi escrito inspirado nas escritas, e conversas através dos comentários, da nova "Amiga de varanda" da Cotovia aqui no Sapo, Isabel Paulos. A Isabel tem o seu blog "Comezinhas", um sítio fantástico, ao qual chama com propriedade, "estaminé". Foi assim, a propósito do seu post de ontem, que esta minha publicação "Vil", surgiu (a ironia de o hobbie de alguns ser... vil, é verdadeiramente perturbador e confirmará a teoria do Sr. Shopenhauer,  infelizmente), (nota: em outubro 2023 os links para o blog Comezinhas irão reconduzir o leitor para o blog, entretanto, privado).

Quanto ao "Hobbies", que é uma preciosidade, adorei, assim como adoro todos os textos da Isabel e a forma generosa como fala de tudo, de "Poesia" a hobbies, sempre num registo pessoal, humorado e q.b. sarcástico, com conhecimento profundo da alma humana, para não referir, já referindo, o uso da nossa, tão estafada língua portuguesa, que ali tem contornos de genialidade pela aparente simplicidade com que se veste.

Fiquei fã e agradecida por a Isabel ao ter subscrito o blog da Cotovia e Companhia, ter comentado, para assim a ter encontrado neste enorme lago do Sapo. Aqui fica o meu agradecimento por, (vencendo a dor das cãibras que reconheço a extensão da maioria dos meus post têm, para mais populados de inúmeros atentados no que concerne a uma correcção exigida a quem publica textos num blog), ser minha Amiga de varanda!

Coisa que também nos une, é termos ambas exatamente 44 subscritores, o que no caso da Isabel é incompreensível, e só pode ser um erro da plataforma, faltam uns zeros, pois 440, no mínimo, seria o adequado, e fica também aqui registada a minha reacção a esta escandaleira!

Resta a resalva, pertinente, de que a Isabel não tem nada a ver com as opiniões que aqui expressei, essas são, apenas, as minhas opiniões, escritas em meu nome, Mafalda Carmona, não vá dar-se o caso de na leitura da "escrita a voar razante uma mexerufada de ideias sem pretensão" deste meu "estaminé" (citação da Isabel Paulo, pois claro) vós Pessoas, também fiquem com as penas descompostas!

Sei que vos tinha prometido apresentar os Amigos de Asas residentes desta quinzena, mas com este choque nefasto com o Sr. A. Shopenhauer, ficaram todos de asa à banda, e a chá e torradas para acalmarem os nervos, e recuperarem de tanto pessimismo. Veremos se estarão recompostinhos no Domingo para um passeio e piquenique, com muitos acepipes, ali no vale da Serra da Arrábida ou na praia da Anicha...

Se chover teremos de encontrar outra localização para o encontro... por agora, manteremos o otimismo!

17
Mar23

Flor II

Exercício de estudo


Cotovia@mafalda.carmona

Flor II

 

Singela e intrincada, de cinco pétalas brancas,

Sublime em geometria excecional,

Retratada na sua bela complexidade.

O inseto na pétala, "visita" ocasional,

Mas onde pousou ficou um sinal.

 

Deixou nessa pétala o quinto pecado mortal,

A inveja, sussurra velada tentação.

Pois a fotografia é um convite para ver,

E perseguir a miragem da perfeição,

Do que é livre da crua racionalidade.

 

Pudera eu viver assim, em equilíbrio completo,

Teria o verde como fundo e a geometria natural,

Onde por companhia, tenho em cada pétala, um meu perfeito defeito:

Ira, luxúria, preguiça, gula, vaidade...

Teria afinal, a desejada simplicidade.

 

Mafalda Carmona

16.03.23

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Este poema é inspirado na fotografia do meu caro blogger PJ Cortes, publicada ontem, no post "Flor de esteva e companhia", no blog do autor,  PJ Cortes. Na sequência do texto e fotografia apresentadas, a Cotovia fez um comentário, e em seguida a resposta do caro amigo e autor do blog suscitaram uma reflexão mais atenta, para uma experiência de escrita poética.

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(Fotografia e texto de PJ Cortes)

Partilho igualmente o meu comentário, que pode ter o título de "Flor I" e a resposta "responsável" pela escrita deste post de hoje:

Flor I

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Assim, aqui ficou a resposta ao desafio de saber procurar para encontrar a beleza nas coisas mais simples. A questão é, se foi ou não, mesmo que apenas uma aproximação, dada uma resposta que reflita alguma aprendizagem, nesta procura eterna da simplicidade sem ser simplista. Tão difícil e complexo este procurar!

Fica aqui também o meu cumprimento e agradecimento especial ao PJ Cortes, e  desejos de um bom dia para todas vós, Pessoas amigas! Boa sexta-feira!

 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
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