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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

29
Abr23

Solitude


Cotovia@mafalda.carmona

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*

Texto:

Solitude

 

Estás só quando não queres quem te ama, como estás só quando quem amas não te quer. A má sorte está longe das casas de jogo, está aí, mora nas células que gritam em silêncio que arde no teu peito, quando não queres nem és querido, quando vives na desesperada saudade de quem tiveste então, de quem tanto te quis, e já não podes ter, um coração resgatado numa memória melancólica, que te revolve as entranhas, sem que já vejas a estranheza, porque faz parte de ti essa dor sem abrigo que acolheste na noite mais escura e contigo ficou aconchegada até ao âmago.

Num jogo de amor comprometido, de uma mão perdida, nem sabes se a conheces ou desconheces, se está no passado, se está presente, se virá no futuro, ou se pode ser levada pelo vento, nas cinzas do teu corpo ardente, muitos anos à frente, para crianças que nunca terás nem verás mas de alguma forma a elas chegarás. Com uma palavra, uma ação, lhes mostrarás que sim, nasceste só, morreste só, mas nunca viveste só, tens-te a ti, quem amas, quem amaste, e te ama e amou.

Conhecidas e desconhecidas, pessoas que passam pela tua vida, umas a descoberto, outras noutro universo, e quanto mais pensas nisso mais acreditas, que desde o início, tens do teu lado a dádiva e a gadanha, as mendigas da vida e a da morte, de mãos dadas contigo, nesta hélice genética, em cromossomas, daqui até ao fim, numa solidão de 8 biliões vezes o tempo, és um peixe livre num mar de triliões de km2, ampliado pelos zeros e uns dos mais infinitos quantuns, onde o teu quadrado tem pra lá de 60 km² numa latitude de 11 dimensões. E nesta teoria das cordas, que só tu poderás descobrir, pois neste xadrez, nesta teoria do tudo, feita de membranas que não vês, o mais provável é que exista um espaço, quase invisível, mas perceptível, aquele onde não há dor, e onde cabe o teu amor. No espaço-tempo surreal deste cósmico modulor, és sonhador, salvador e predador.

Chegaste à Terra da Solitude, debaixo do Sol e da Lua,

Esta vida é toda tua.

 

Poema:

Solitude

Estás só se não quiseres quem te ama,

Como estás só se quem amas não te quer.

A má sorte espreita nas células silenciosas,

E arde no teu peito, quando não mais és querido.

Vives no passado, numa enorme saudade

De quem tanto te quis e tiveste então.

Mas o coração não pode ser resgatado

De uma memória melancólica que te envolve

Até às entranhas sem que já a estranhes.

*

Faz agora parte de ti essa dor sem abrigo,

Que acolheste na noite mais escura

E contigo se aconchegou.

Num jogo de amor comprometido, de uma mão perdida,

Não sabes se a conheces ou desconheces,

Se está no passado, presente ou virá no

futuro,

Nem sabes se pode ser levada pelo vento,

Nas cinzas do teu corpo ardente, anos àfrente.

*

Com uma palavra, uma ação, um fim que é um sim,

Nasceste só, morreste só, mas não viveste só.

Tens-te a ti, quem amas, quem amaste, e te ama ou amou.

*

Conhecidos e desconhecidos, pessoas que passam pela tua vida,

Umas a descoberto, outras noutro universo,

E quanto mais pensas nisso mais acreditas,

Que desde o início, contigo de mãos dadas,

Tens de um lado a dádiva, do outro a gadanha,

Giram contigo as mendigas da vida e da morte,

nesta hélice genética, em cromossomas,

daqui até ao fim, numa solidão de 8 biliões vezes o tempo,

és um peixe livre em triliões de km²,

ampliado pelos zeros e uns dos mais infinitos quantuns.

*

Onde o teu quadrado tem pra lá de 60 km²,

numa surreal latitude de 11 dimensões,

da teoria das cordas que só tu descobrirás.

No infinito xadrez, desta teoria do tudo,

feita de membranas que não vês,

o mais provável é que exista um espaço,

Quase invisível, mas perceptível, muito vago,

É aquele onde não há dor,

e será onde cabe o teu amor. 

*

Nesse espaço-tempo onde és amante, sonhador, salvador e predador,

Eis que chegaste à terra da Solitude, debaixo do Sol e da Lua.

Esta vida é toda tua.

****

Mafalda Carmona 29/04/2023

* Fotografia de Mafalda Carmona, "Solitude" praia fluvial do Alqueva, Monsaraz, 25/04/2023

P.S. Este texto foi escrito na sequência da leitura da Coroa de Sonetos dos sonetistas Mª. João Brito de Sousa e Custódio Montes, no blogue poetaporkedeusker.

Do texto resultou também a versão em poesia livre, e idealmente irei, com mais tempo e assim me ajude a Musa da Poesia, escrever um soneto sobre este mesmo tema. Por agora aqui ficam as versões em texto e poesia neste surpreendente último sábado do mês de abril de 2023. 

27
Abr23

Estrambote Astrológico

Poema {@mafalda.carmona}


Cotovia@mafalda.carmona

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  • No dia 25 de Abril fui festejar no "meu" Alentejo, e, a caminho dos Redondos, na A6, quase a chegar a Évora eis senão quando penso ter uma visão, ou perturbação, quiçá pelo uso das lentes de contacto, ou pelos efeitos de um dia de temperatura elevada, quando me parece ver uma placa com um... Sapo!

Fiquei a pensar naquilo e confirmei que realmente existe, quando do regresso, lá estava eu atenta, e, lá estava também a  placa de sinalização com o...Sapo!

Fiquei a pensar nesta excêntrica placa, e como excentricidade chama excentricidade, lembrei-me de escrever um soneto, também ele excêntrico, chamado, precisamente: "Estrambote Astrológico".

O estrambote, aprendi recentemente, graças à ajuda da querida Poetisa Maria João Brito de Sousa (blog poetaporkedeusker) é um soneto que contém uma excentricidade, pois no seguimento dos dois quartetos e dois tercetos do formato tradicional do soneto, apresenta mais versos formando uma cauda, pelo que o soneto toma o nome de soneto de coda ou estambote, que deriva do catalão para a palavra cauda.

E aqui fica o resultado de mais um exercício poético de formato soneto, desta feita, o:

 

"Estrambote Astrológico" 

 

Neste antigo universo transitório,

De signos, mapas e premonição,

O Carneiro chega charmoso, é o primeiro.

Segue-o o Touro em desmedida emoção,

 

Traz na garupa o Gémeos como irmão,

Carrega o Caranguejo harmonioso.

Do seu lado está o majestoso Leão,

E a etérea Virgem de olhar zeloso.

 

Tal fiel Balança, são visionários, 

Contam com o eficaz Escorpião,

E com a animação do Sagitário.

 

O mote de Capricórnio é acção,

Sobre a ordem e o progresso de Aquário,

São como o Peixes, mestres da criação.

 

Hei, Bloggers, aqui está a grande questão!

Qual será o nome extraordinário,

Do signo destes astros em união?

 

Sapos, batráquios ou outra sugestão?

 

Mafalda Carmona 27/04/2023

*P.S.

Dei conta hoje logo pela manhã de uma notificação do Sapo para uma referência ao blog da Cotovia e Companhia pelo José da Xã.  Fui voando, com o meu habitual afã, até porque sou fã do José da Xã, tudo a rimar sem querer e apenas por bem querer, e, dou com a resposta do desafio lançada pelo José, que propôs propor-lhe um tema, uma palavra ou uma frase, para ser o mote para a escrita de mais um desafio.

Assim surgiu o desafio #29! Passem por lá para espreitar e digam o que acharam!

Já lá fui, mas não vou estragar a surpresa! ;)

 

23
Abr23

Biblioteca

Destaques Sapo Blogs. Obrigada Equipa!


Cotovia@mafalda.carmona

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  • Quem por este cantinho da Cotovia já passou, sabe que por vezes sou de bastante a muito distraída. No dia do aluno publiquei um post do professor, raramente coincido com os assuntos do momento, mas, por acaso dá-se o caso de estar atenta desta vez e saber que hoje, dia 23 de Abril, é o dia do...Livro! Os "nossos" queridos livros.

Portanto vou faltar de livros? Nem por isso, ou até por isso, vou falar da Biblioteca. A "minha" biblioteca, a Municipal de Sesimbra.

Normalmente aqui no blog tendo a escrever sobre assuntos que cumpram dois critérios: 1º) sejam do meu agrado; 2º) possa genuinamente dizer algo de bom ou fazer uma critica positiva.

São estes os objectivos dos post, porque gosto mais de coisas boas do que de coisas más, e também porque serão a minha memória futura, pois sendo distraída e esquecida com os factos gerais, individuais ou do quotidiano, espero que nesse futuro, estes registos sejam um conjunto de memórias às quais seja agradável regressar, como uma espécie de rebuçados cor-de-laranja, tal qual os do enorme jarro de vidro da mercearia onde ia em pequena, e mais tarde no Café Central, no seu invólucro crepitante e transparente, para ir desembrulhando daqui a umas décadas, quando tiver para lá de 100 anos.

Mas, neste caso, se o critério número um se cumpre, pois sou fã de bibliotecas públicas, o critério número dois não se cumpre, porque não tenho uma critica positiva ou favorável a fazer à gestão da Biblioteca Municipal de Sesimbra, nem à divulgação das atividades que nela ocorrem, não por culpa ou responsabilidade da própria, pois sem autonomia, essa responsabilidade passa para a... Câmara Municipal.

Vou, no entanto, e antes de indicar os pontos negativos, referir quais os pontos positivos, e tudo o que de bom, e muito bom, tem a biblioteca municipal:

As pessoas, os funcionários, os bibliotecários, o enorme acervo de livros, de bandas desenhadas, de vídeos, os jornais diários e semanais, as revistas, os recibos electrónicos, a permuta com o pólo da Quinta do Conde com empréstimo inter bibliotecas, as atividades da hora do conto, as exposições temporárias de arte.

Chego aos pontos negativos:

A falta de espaço para os livros, a falta de equipamentos informáticos, desinvestimento em manutenção, ausência de um site próprio para divulgação e transparência das atividades, projetos e grupos relacionados com a ação da biblioteca.

Mas, o elo mais fraco, e portanto o mais grave, é o espaço físico que acolhe a sala de adultos.

Se no site da câmara é referido como " instalações modernas e actividades diversas servem os leitores", na realidade esta secção destinada a adultos, com 320m², está parcialmente interdita, em cerca de 1/5 da área total da sala, por se encontrar coberta por um elemento de vidro que apresenta evidentes sinais de infiltrações, ameaçando ruptura, e durante o inverno baldes para apanhar a água que pinga desta cobertura zenital, são a única presença nessa parte, significativa, do espaço.

A situação descrita mantêm-se desde o ano passado e as obras não tiveram início, nem se prevê quando venham a ter.

Além da grave falta de espaço para os livros, que começam a estar colocados ao alto e em cima uns dos outros, muitos deles não estão na sala mas em armazém, tendo de ser requisitados mediante confirmação da sua existência, enquanto se aguarda a aquisição de mais estantes adequadas, a falta de equipamentos informáticos é outro problema.

Dos computadores iniciais, aquando da inauguração da biblioteca em 2005, (com inicio do projecto em 1997), apenas resistem duas unidades, que datam dessa época e portanto apenas suportam o sistema operativo Linux, por falta de capacidade para as versões atuais de outros sistemas operativos, e ainda assim as páginas consultadas on-line demoram muitos minutos a abrir quando o fazem na sua totalidade.

A possibilidade da Biblioteca para resolver todos estes problemas está dependente de verbas da Câmara, e esta não as orçamenta, ou não tem capacidade para apresentar soluções.

Poderão também ser resolvidos,  parcialmente, através de donativos particulares que têm de ser aprovados pela chefe da biblioteca e encaminhados para aprovação pela câmara, que também não tem acontecido, ou por falta de interesse, ou mais uma vez por falta de divulgação da real condição de degradação do espaço e serviços, por muito boa vontade e empenho que os profissionais que lá trabalham tenham.

Esta centralização esdrúxula dos poderes camarários sobre a biblioteca resultam em vários problemas, o principal deles, desvalorizar o trabalho dos funcionários da biblioteca e a presença dos leitores, desmotiva a procura dos mais jovens deste espaço, ou dos mais carenciados, porque eterniza as situações que por inércia e incúria tomaram proporções gigantescas, e transformaram num enorme elefante a sala de leitura de adultos.

Assim, talvez fosse o caso de este post tomar o nome de "Há um elefante na sala de leitura dos adultos da Biblioteca de Sesimbra"?

Título longo, tão longo quanto o será a história que nos diz quais os problemas e vícios decorrentes da promiscuidade do poder político e da cultura.

P.S.

Ontem, sábado, a equipa do SAPOblogs publicou na secção de OpiniãoSAPO, o post do vizinho "Bombeiro". Quero antes de mais agradecer à equipa do SapoBlogs pela publicação, e por me informarem que o motivo desta escolha foi, justamente: 

"Este tema da vizinhança parece muito importante nos dias que correm".

Assim, se alguma visibilidade for dada ao blog da Cotovia e Companhia decorrente desta publicação no espaço OpiniãoSAPO, fico muitíssimo feliz que seja para destacar o vizinho bombeiro e que esta atenção, se possível, se estenda ao interesse pela situação da "minha" Biblioteca neste post de hoje, ou à preocupação com a "minha" Serra da Arrábida (aqui), do estado da Democracia (aqui) ou da traição aos médicos (aqui), professores (aqui) e na defesa da Liberdade aqui(aqui)

Aproveito para agradecer as visitas e comentários às Pessoas leitoras da Cotovia e Companhia, agradecimentos que abrangem também outras aves, canoras ou mais silenciosas, e até de Aliens, faço muito gosto de vos ter por cá.

Obrigada!

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20
Abr23

Apis Mellifera

Desafio Poético {@mafalda.carmona}


Cotovia@mafalda.carmona

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  •  
  •  

*Fotografia do blogger PJ Cortes

  • "de uma flor de esteva a ser visitada por uma apis mellifera, a nossa conhecida abelha, a tratar da sua vida, que é como quem diz, a recolher o pólen para fazer aquele mel delicioso que grande parte de nós tanto gosta. Lembrei-me agora: minha cara Cotovia, não daria esta relação "flor/abelha" um tema para um poema (até rimou)? Fica a sugestão..."

*Autor da citação PJ Cortes (autor da fotografia, PJ Cortes) 

E foi neste post publicado pelo caro PJ Cortes que surgiu este desafio para inspiração de uma criação poética, o segundo, podem ver na publicação Flor II um outro poema inspirado noutra fotografia do PJ Cortes aqui.

Aqui fica o poema, em formato de soneto inverso (sem saber se este termo existe, Nota em outubro 2023, fui esclarecida de que o termo para este formato é soneto inverso pela nossa poetisa Mª. João Brito de Sousa), pois os últimos tercetos, que dita a regra deveriam seguir-se aos dois quartetos, aparecem em primeiro lugar. Isso aconteceu porque tenho maior dificuldade em idear e formalizar os primeiros versos dos quartetos, e depois na finalização do soneto parece que me falta "espaço" nos tercetos para as imagens a concretizar. Assim, mesmo que esteja completamente errado, pareceu-me certo, e por isso fui em frente.

 

Assim, este é o resultado de mais este exercício poético desta aprendizagem na construção poética do soneto:

 

Apis mellifera

 

Quanto será o cuidado necessário,

Para cuidar da "nossa" Natureza,

Indiferente à humana moral?

 

Que no desgastado corpo unitário,

Da enorme baleia à pequena abelha,

Embala as espécies por igual.

 

Dentre todos os seres sobre o Sol,

É esta última o primeiro elemento,

De flor em flor é o binómio perfeito,

Rainha Mestra e dulcíssimo farol.

 

Sejamos serenos como este par,

Impar de humilde e simples comunhão,

Para viver com fé em paz e união,

O pobre Mundo amar e respeitar.

 

Mafalda Carmona 19.04.23

 

P.S.

Como no exercício anterior partilho as diferentes etapas da construção deste poema, a primeira tal como escrevo quando imagino as imagens do poema, em seguida escandir e verificar a métrica fazendo as alterações necessárias, por vezes mudo significativamente alguns versos, finalmente o poema na versão final.

Embora o trabalho nunca esteja finalizado, pois há sempre lugar para procurar  melhorar a escolha de palavras, a estrutura e a métrica, e até reescrevê-los para experimentar novas ideias e técnicas. Também terei de aumentar o conhecimento deste imenso mundo da poesia pela leitura de autores, o estudo dos seus sonetos e, claro, a prática constante são fundamentais para conseguir melhorar a escrita de poesia em formato soneto.

O apoio e ajuda preciosa que tenho tido das Pessoas queridas aqui no espaço Sapo, tem sido fundamental, nos vossos comentários, mesmo se por vezes de forma discreta, consigo perceber as vossas sugestões e agradeço o incentivo, outras vezes de forma mais direta e constante, mas todas as participações são bem vindas, assim como a leitura das escritas nos vossos blogs, sejam de poesia ou prosa, que são uma visita recorrente nos meus voos. 

Aqui vamos continuando, para a frente é que é caminho, Pessoas!

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Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

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A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
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