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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

22
Mar23

Leila...


Cotovia@mafalda.carmona

...ou livros para o mês de Março...

  • ou finalmente, quais são os 5 amigos de asas residentes aqui no ninho da Cotovia nesta quinzena? ...ou, como me apaixonei por Elif Shafak!

Sem desmérito nem para com os restantes livros, nem para com os seus autores, o reencontro com a escrita de Elif Shafak, neste " 10 Minutos e 38 Segundos Neste Mundo Estranho" depois do livro " A Cidade nos Confins do Céu" onde me tinha encantado como construtora de mundos, apresenta-se aqui como uma arquiteta de sentidos!

E é um amor à primeira vista, esta leitura agressiva mas real, em capítulos dedicados, cada um deles, exatamente, a um dos 10 minutos e 38 segundos, posteriores à morte da personagem Leila, na primeira parte do livro "A Mente", para na segunda parte, "O Corpo", abordar vários temas entre eles o luto e o karma.

Mas antes, para garantir algum equilíbrio nesta tertúlia, vou apresentar os 5 convidados:

1. 10 Minutos e 38 Segundos Neste Mundo, Elif Shafak;

2. Milagrário Pessoal, Eduardo Agualusa;

3. Contos de Grimm, Philip Pullman;

4. Quando Nada Acontece, Kathryn Nicolai;

5. Destemidas 2, Pénélope Bagieu.

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Os 5 livros requisitados por empréstimo na Biblioteca Municipal de Sesimbra 

Assim a primeira convidada a ser apresentada neste encontro será Elif Shafak com o já referido livro, do ano de 2019, traduzido para esta edição da Presença em 2020, com 320 páginas mais uma dedicada ao leitor com alguns esclarecimentos, de onde destaco a primeira frase:

"Muitas coisas neste livro são reais, e tudo é ficção."

Continua:

"O cemitério dos Sem Companheiros em Kilyos é um lugar real. Está a crescer rapidamente. Nos últimos tempos, um número crescente de refugiados, que se afogaram no mar Egeu quando tentavam atravessar para a Europa, foi ali enterrado. Como todos os outros túmulos, os deles têm apenas números, raramente nomes."

E, quem é Shafak? 

Shafak nasce em Estrasburgo, na França, mas cresceu na Turquia, país onde é a autora mais lida, e escreve em inglês e turco. Estudou relações internacionais na Universidade Técnica do Oriente Médio em Ancara, na Turquia, antes de fazer o doutoramento em ciências políticas na Universidade de Middlesex, em Londres. Shafak também trabalhou como jornalista, e em 2017 foi escolhida pela organização de jornalismo Político, como uma das 12 Pessoas que tornam o mundo melhor e é detentora do título "Chevalier deles Arts et des Letters". 

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E o que posso dizer da escrita de Shafak, ou quais as razões pelas quais me apaixona ler os seus livros?

O que me atrai em Elif Shafak é a sua originalidade e habilidade na abordagem temas complexos de um modo inovador, pelo que o termo "Avant-garde" surge na minha cabeça, como uma possibilidade quando leio as suas histórias, por ser mesmo "muito à frente", e pergunto-me quais serão os efeitos da sua escrita na sociedade turca, onde é a autora mais lida.

Suponho que embora fosse possível seguir esta linha de argumento, e defender que se podem encontrar elementos desse estilo na sua escrita, como o uso das técnicas experimentais e a exploração de temas complexos e controversos, também, mas não só, da desigualdade de género, não creio que possa incluí-la no movimento avant-garde no sentido estrito do termo (até porque desenquadrado historicamente).

No entanto, uma coisa posso, é descreve-la como uma escritora contemporânea inovadora, altamente experimental, que frequentemente alterna entre diferentes personagens e perspetivas, quase como se as personagens fossem simultaneamente narradoras.

E, como reflexo da sua própria vivência, incorpora referências literárias, culturais e históricas nas histórias, o que traz para a leitura uma descoberta intertextual permanente, que vai para além das fronteiras culturais e geográficas, e cujos temas universais são de importância global.

Se tivesse de apontar pontos a ter em atenção na escrita de Shafak, como alerta à navegação, e sem que isso seja necessariamente negativo, diria que, por vezes, a escrita de Shafak pode ser um pouco confusa e difícil de seguir, especialmente quando incorpora muitos elementos diferentes nas histórias, o que no entanto, voltará a remeter esta análise para o aspeto avant-garde.

Resumindo as convicções da autora de acordo com as suas declarações:

"Acredito que todas as pessoas têm histórias para contar, independentemente de quem sejam ou de onde venham. E todas as histórias são igualmente importantes e válidas." Acredito que a identidade é uma coisa fluida e mutável. Todos nós temos múltiplas identidades que mudam ao longo do tempo e em diferentes contextos." pois "a literatura é uma das poucas coisas que nos podem conectar verdadeiramente uns aos outros. Quando lemos, somos capazes de ver o mundo através dos olhos de outra pessoa e entender a sua perspetiva." e que "a empatia é fundamental para a construção de uma sociedade justa e equitativa onde precisamos colocar-nos no lugar do Outro para tentarmos entender a sua perspetiva, para construir uma sociedade mais unida e pacífica."

Atualmente, Elif Shafak vive em Londres com a família, é casada e tem duas filhas. Nas suas obras, frequentemente explora os temas relacionados com a família, identidade e cultura, e muitas vezes incorpora elementos autobiográficos na sua escrita, muitos dos quais são encontrados em "10 Minutos e 38 Segundos neste Mundo Estranho" pois a autora, assim como a personagem principal do livro, crescem em Istambul e têm uma forte conexão com a história e cultura desta cidade. Noutros exemplos, que ainda não li, como no livro "A Bastarda de Istambul", explora sua própria experiência como turca de origem arménia, e nas "Três Filhas de Eva", aborda as diferentes facetas da sua identidade como mulher, mãe e escritora, e será uma leitura a agendar para breve.

 

Além disso, nas suas entrevistas e artigos, Shafak frequentemente reflete sobre sua própria experiência como escritora, e aborda temas como a importância da literatura na sua vida, como é a sua abordagem à escrita, e como as experiências de vida influenciam e determinam o seu trabalho.

 

Deixo aqui alguns links interessantes que podem complementar esta publicação e fornecer mais informações sobre a autora e a sua obra:

Site oficial da Elif Shafak: https://www.elifshafak.com/

Entrevista com Elif Shafak no programa de televisão britânico "The Late Show with Stephen Colbert": https://www.youtube.com/watch?v=ywmiV8pRZuE

TED Talk da Elif Shafak intitulada "O poder dos contadores de histórias transcendentais": https://www.ted.com/talks/elif_shafak_the_politics_of_fiction/transcript?language=pt-br

Artigo para o The Guardian: https://www.theguardian.com/books/2017/jun/10/elif-shafak-writing-stories-can-help-heal-wounds

Entrevista com Elif Shafak para a revista New Yorker: https://www.newyorker.com/books/qa/elif-shafak-on-writing-and-dissent-in-turkey

Palestra para o TED: https://www.ted.com/talks/elif_shafak_the_politics_of_fiction/transcript

 

Como nota pessoal, (como toda esta análise, e como alerto sempre, estas coisas são, apenas, deduções minhas, subjetivas) não posso senão concordar com Elif Shafik, pois também acredito que a literatura é uma forma importante de ligação entre as pessoas, que permite que vejamos o mundo através dos olhos do Outro, e possamos entender as suas perspetivas, bem como nos aproxima uns dos outros, tornando-nos mais empáticos, e mais importante, constrói caminhos para uma sociedade justa e equitativa.

Na próxima publicação, irei apresentar-vos o segundo livro desta lista, "Milagrário Pessoal", de Eduardo Agualusa.

Boas leituras, Pessoas amigas, com os 5 sentidos, neste primeiro livro de 5 amigos!

P.S.

Deixo aqui também parte da primeira página deste meu livro convidado de hoje:

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16
Fev23

O Livro...


Cotovia@mafalda.carmona

...convidado ( por empréstimo) de Hoje é...Talvez um Anjo de Filipa Sáragga.

  • No noticiário da ontem, porque foi o dia internacional da Criança com cancro, o dia 15 de Fevereiro, numa reportagem acerca da inauguração da exposição no IPO do Porto, "Da imagem à palavra... De que cor é o cancro?" referiram que existem 400 novos casos de crianças com cancro por ano, 80% delas vencem a doença, algumas delas com sequelas para a vida.

Isto significa, não em abstrato, mas em concreto, que 320 crianças sobrevivem, e que as outras 80 crianças são como a Maria, a menina de que fala este livro, um dos meus amigos convidados desta quinzena, "Talvez um Anjo" de Filipa Sáragga.

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"Talvez um Anjo " da ilustradora e escritora Filipa Sáragga, 2013, Edições Marcador, capa Bruno Rodrigues/marcador

"Esta é a história de uma criança única com uma força extraordinária, uma criança com uma lucidez espantosa e uma capacidade de amar invulgar. Teve uma vida curta, se avaliarmos pela medida com a qual estamos habituados a olhar o tempo, ou longa, se preferirmos pensar na intensidade de tudo aquilo que viveu em tão pouco tempo."

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A exposição no IPO do Porto "As cores do cancro" inaugurada ontem, dia 15 de fevereiro de 2023, dia internacional da Criança com cancro, página do IPO no Facebook aqui.

Assim, sem nenhuma ordem em especial, foi este o primeiro livro que li, num rompante, num misto de espanto e tristeza, numa leitura onde há a partilha de vidas, desde já a da Maria, mas também as da Susana, do Ramon, de outras Marias,  do Unsumané, do António e do Afonso, da Rita, do Nuno, do José, da Teresa, da Fabíola, e de Jesus.
Acerca de Jesus, muito haverá para refletir, mas fica fora do âmbito desta leitura, e, por agora, partilho aqui algumas observações que recolhi:

Primeira, a Filipa Sáragga não se assume como escritora.

Permitam-me discordar. Toda a escritora ou escritor é aquela Pessoa que sente a necessidade de contar uma determinada história, real ou ficcional, porque tem a convicção de que aquela história tem de ser contada, é-lhe fundamental passar essa história aos outros, passar uma determinada mensagem, uma mensagem única para quem a irá ler, e que é fundamental para quem a está a escrever.


E é assim que começa a leitura: "Não sou escritora, nem pretendo sê-lo. Vou apenas relatar a história de uma criança única com a qual tive a sorte de me cruzar. Faço-o porque (...) existem vidas que devem ser partilhadas. Vidas que nos ajudam a perceber o propósito da nossa própria existência."


Acrescenta: "À medida que fui escrevendo este livro e pintando as telas, experimentei sentimentos contraditórios.

"Algumas vezes, por não me sentir merecedora de transmitir a história da Maria, pensei em desistir."


Tendo como fundamento esta intenção, a Filipa, embora a sua modéstia a determine, é escritora, sim.


No primeiro capítulo, intitulado "Talvez fosse um anjo", refere:

"Em geral nós pessoas comuns, temos dificuldade em aceitar quem, de alguma forma, nos incomoda, nos ofende (...) seja este o maior obstáculo: amar os que não devolvem o nosso amor, amar (...) independentemente das convicções (...), das imperfeições."

E indica que o conteúdo livro serão os episódios da vida da Maria que vai contar, acompanhados das suas ilustrações (Filipa Sáragga).

"Lembro-me de quando me via a pintar e também me pedia tintas. Aquilo que mais gostava era de adivinhar o que estava nas minhas telas mais abstratas: vislumbrava sempre animais. E gritava:" Madrinha, encontrei um pássaro!"

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Ilustração da artista e escritora Filipa Sápatta, pag. 32 e 33, da obra "Talvez um Anjo" da editora Marcador www.marcador.pt

Termina o livro, e termino eu esta partilha do meu amigo livro "Talvez um Anjo", com  uma citação do texto da escritora Laurinda Alves:

"A impotência que experimentamos perante este sofrimento é inexprimível. Jamais conseguiremos traduzir por palavras o que nos vai no coração, mas mais importante do que medir a devastação é falar da exaltação. (...) Esta substância da exaltação de que falo descobre-se na capacidade de superação. (...)" 

03
Nov20

As Cotovias e as Gralhas...

Dia #10/100


Cotovia@mafalda.carmona

Reli com muita atenção o enunciado dos 100 dias criativos e, acho que, finalmente percebi!

Como tal, iniciei, ou antes, recomecei a escrever um livro, em princípio, de aventuras para um público jovem.

A história ainda não tem título definitivo, nem forma definitiva, melhor, não tem quase nada definitivo senão que tem um princípio, terá um meio, e idealmente, um fim, daqui a 90 dias.
É um excelente objetivo, uma experiência controlada e ao longo destes 90 dias vou partilhando as dificuldades e os progressos.

Desconfio que as dificuldades serão em maior número, e os acertos e progressos mais escassos.

Em primeiro lugar terei de livrar-me do uso indiscriminado do "que", o que se afigura praticamente impossível, em segundo lugar esta Cotovia tem muito a aprender, e em terceiro, irei andar às aranhas para cumprir o acordo ortográfico entre outros acordos e regras.

Assim, poderão esperar encontrar nestas escritas algumas gralhas a grasnar, digo a propagarem-se, pelo texto, ou...

Como diria o maravilhoso Sir. David Attenborough, um texto "extremamente munificente" em gralhas.

gralha de bico amarelo.JPG

Gralha-de-bico-amarelo

Não, não vou seguir as instruções de publicação dos progressos no instagram, até porque esse barco já vai muito longe e estou muito desfasada.

Cumprirei parte do desafio, a parte em que todos os dias escrevo, e em partilhar convosco qual o número de páginas escrito a cada dia, ou semana, ou vá, uma contabilidade a cada 10 dias, vezes 10 vezes, em princípio e se a matemática não me falha, num total de 100 dias.

Porque hoje é o dia 10 de 100, partilho as primeiras páginas, são 3, incluíndo a dedicatória:

Ainda assim, tal como as Gralhas e os seus primos Corvos, esta Cotovia vai tentar descobrir quais as as ferramentas apropriadas para chegar ao fim desta empreitada.

P.S.

Tecnicamente hoje seria o dia 11 de 100, mas como faltei no dia 1, na prática hoje é o dia 10 de 100.

 P.S.#2

Por força de escrever esta história, para já sem nome, as publicações no blog da Cotovia serão restringidas, para seguir o sinal dos tempos, mas como essas escritas fazem parte do desafio dos 100 dias criativos, irei partilhando o que for escrevendo assim como outras criatividades, se acontecerem, claro!

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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