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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

17
Nov19

Como ser sábio


Cotovia@mafalda.carmona

Ou... como o problema não são as toupeiras mas as cegueiras...

 

  • O evento deste post, que envolve as toupeiras, teve lugar esta semana quando estive numa superfície comercial que muito aprecio, não só pelos produtos, mas também porque mantiveram a zona verde e os pinheiros junto ao estacionamento e edifício, e depois das obras de remodelação o espaço interior ficou luminoso e cheio de luz natural.

Ora então, foi no relvado onde avistei, ou achei, os montes de terra característicos das nossas amigas toupeiras... recuei até ao tempo da minha infância na quinta e percebi que, na coleção de memórias desde 1968, não consta o registo do visionamento de nenhuma toupeira, apenas os montes. Montes esses que exasperavam o Sr. J. e sua esposa a Sra. D. para quem esses achamentos, avistamentos ou visionamentos eram um autêntico terror.

mole  t S t.jpg

Na verdade nunca percebi bem o que se passava senão que, inúmeras vezes, sobretudo na minha vida (que é mais fácil de aferir, não que desvalorize as vossas vidas, muito pelo contrário), os problemas e contrariedades se assemelham a toupeiras: parece estar tudo bem, obrigada, e de repente surge um buraco vindo sabe-se lá de onde, mas sempre com o supremo objetivo de desorientar a minha existência e perturbar o ram-ram do dia-a-dia, até porque como afirmou o Sr. carteiro -também esta semana- "Se há um engano, não quer dizer que haja segundo, mas se há segundo há terceiro de certeza, quem sabe um engano para sempre!" (excelente observação relativa ao extravio de encomendas que, quanto a mim, quando extensível a outras áreas de enganos poupa tempo e aborrecimentos).

E é exatamente isso que sucede com os problemas, vem em trios ou quartetos, por vezes uma orquestra completa, cada um mais desafinado e estridente que o outro e, para mais, brotam literalmente do nada e na maior parte das vezes nem se percebe que raio os gerou e por isso a dificuldade na tarefa de os solucionar torna-se dantesca, etapa em que, por fim, me solidarizo com o Sr. J e a Sra. D. ficando eu mesma em estado de terror absoluto, por causa dos problemas, não das toupeiras, claro, e porque esta imprevisibilidade do surgimento espácio-temporal dos buracos é assustadora, e tal como a toupeira, nestas ocasiões fico um bocado às escuras e meio cega para a causa, ou suponho causas, de tantas aflições.

mole.jpg

Ora acontece que, ao contrário da vox populi, a toupeira não é nada cega. Sabe, ao contrário do que seria de supor pela observação da malha desordenada de buracos, perfeitamente o que faz e para que o faz, sendo que a "plantação" dos seus buracos nada tem de aleatório, sendo apenas a consequência da sua atarefada, e eficiente, gestão de tuneis destinados à apanha da minhoca. Bem, parece estar também relacionado com a procura por parte do Sr. Toupeira da Sra. Toupeira por altura dos meses de Fevereiro a Maio, quando o Sr. Toupeira, movido por uma veia exploratória ausente nos outros meses do ano, constrói "túneis em áreas desconhecidas" a fim de encontrar a Sra. Toupeira para um "amor à primeira vista", suponho de sucesso ao invés dos desaires do seu congénere televisivo.(Wikipédia-https://www.wikiwand.com/pt/Talpidae)

É, portanto, um bicharoco muito esperto, até bastante sábio e talvez por isso tenha sido elevada à condição de bicho sapiente e escolhida para fazer companhia ao rapaz, ao cavalo e à raposa (The Boy, The Mole, The Fox and The Horse) na história de Charlie Mackesy.

Nesta história, destinada aos mais jovens, mas quanto a mim adequada a todas as idades (isto porque a "cegueira" é transversal e não conhece limites geográficos, etários, de género ou outros sendo mais universal do que a carta dos direitos humanos, vulgo, Declaração Universal dos Direitos Humanos, com a desagradável constatação de que, ao contrário da Declaração, esta "cegueira" é muito anterior a 1948) as ilustrações e os personagens fazem-nos pensar muito a sério através das mensagens do seu autor, onde reequaciona as suas prioridades, a importância das coisas, a vida, as amizades e também os problemas.

Assim, Charlie Mackesy, tal como outros autores, concluí que muitas das vezes a raiz dos problemas está em escutarmos mais o desafinar dos nossos medos e menos a ordem dos nossos sonhos, a diferença está em que, desta vez dá voz, insuspeitamente, a uma toupeira, caracterizada como sendo um pouco gulosa por bolos mas bastante razoável e sábia pois mostra vontade de revolucionar o mundo das toupeiras, e quem sabe revolucionar o nosso mundo, com as suas apreciações e reflexões, coisa que nem nos seus devaneios mais elaborados o Sr. J. ou a Sra. D. imaginaram!

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https://www.theguardian.com/books/2019/nov/09/boy-mole-fox-horse-christmas-bestseller-charlie-mackesy

13
Nov19

Os Fundadores ou Achadores...


Cotovia@mafalda.carmona

e os Fundamentalistas ou… como de Santos e Loucos todos temos um pouco.

 

  • Começo com uma afirmação: Ninguém muda. Isto é, e correndo o risco de parecer a socialite L.C., somos sempre iguais a nós mesmos desde o dia em que nascemos até ao dia em que morremos.


As crianças que fomos existem em perpétuo continuum nos adultos que somos e nos idosos que seremos. Esta é, pelo menos, a minha conclusão após persistente observação quer da minha própria pessoa como do outro. Acredito que qualquer um de nós quando olha para o seu próprio olhar refletido no espelho, aquele que vê, é a criança que é, foi e será. É, ainda, uma opinião muito forte reforçada pela chegada à família do pequeno A. Olho para a sua carinha fofa e sobretudo para a profundidade do seus olhar e reafirmo interiormente esta ideia de permanência de nós mesmos. Digamos uma espécie de Eu Fundador.


Depois a vida acontece e é um descobrimento permanente e mais tarde ou mais cedo, como nos descobrimentos portugueses, acabamos por ser esclarecidos, idealmente, que tudo isto chamado "vida" afinal vem a ser mais um “achamento” de nós mesmos e do nosso lugar no Mundo do que propriamente uma descoberta.

E esse “achar” é um direito fundamental de cada um de nós. O direito a achar foi legitimado pela Professora L. numa correção de um teste de História: “Nas respostas dos testes a aluna (ou aluno, claro está, talvez a Professora L. achasse que o género feminino era mais propenso a prestar atenção às correções dos testes) não deve afirmar, porque não esteve lá, não presenciou os acontecimentos ou eventos, portanto ou refere a fonte, ou inicia a resposta com: acho que tal e tal. A partir desse dia, e mesmo (ou sobretudo) quando contrariada por alguém menos achador, passei a achar tudo e mais 100 coisas. Foi libertador. Obrigada Professora L., não apenas por este ensinamento, mas por todas as suas lições.

Mapa Mundo do Louco.JPG

Sendo iguais a nós mesmos, sem mudanças de maior no caracter que nos moldou, da forma, conteúdo e expressão de quem somos e do que nos calhou como o nosso Ser, há quem pense que está sozinho e quem se veja acompanhado. Quanto a mim, essa ideia de solidão é uma ilusão, um conceito um poucochinho dramático, pois na verdade nunca estamos sozinhos, pois quando nascemos temos todo um Mundo para “achar”. Não apenas o que alguns consideram o mundo de Deus, outros o mundo dos homens ou da ciência. Temos mesmo todo um Mundo! O mundo da natureza, dos bichos, das pessoas, das cidades, dos campos, do céu e do mar. Do silêncio. Do tempo. Do ruído. Dos cheiros. Dos paladares. Das cores. Dos sons. Do vento e das marés. Das ideias. Da criatividade. Um Mundo feito de tantas e tantas coisas fantásticas, entre elas o mundo da bondade e o da generosidade.


E estes mundos também não mudam, não mudam na sua essência, embora mudem na sua aparência, pelo menos temporariamente, para regressarem no seu continuum perpétuo. Por isso, o que não acharmos hoje podemos achar amanhã. Há sempre um novo dia para recomeçar os achamentos e as descobertas, ou é nisto que precisamos acreditar para de modo darwiniano vivermos o nosso dia a dia com a possível tranquilidade.


Agora, e ainda que “de são e de louco todos tenhamos um pouco”, se o Eu Fundador é fundamentalmente bom ou mau, se escolhemos viver este achamento do nosso Ser no tal mundo do bem, ou pelo contrário optamos pelo mundo do mal... bem, neste caso “cada um sabe de si e Deus sabe de todos” e como tenho para mim que isso é um mistério, sou grata pelas (e às) pessoas que me rodeiam e me são próximas bem como as que tive a sorte de encontrar ao longo da vida e em momentos cruciais foram ajuda inestimável e que são, de facto, extraordinárias Pessoas do Bem.

atlasobscura.com articles 16th-century-fools-map.J

Para terminar, acho que os que nasceram fundamentalistas (e visto que ninguém muda) só tem a perder, para início, perderem todo um Mundo, durante o caminho irão perdendo quem tentou apoia-los nesta jornada pela vida e ficarão definitivamente sós e irremediavelmente isolados, e para final, perdem a oportunidade de se acharem de tanto se acharem a última bolacha do pacote… mas… como ninguém muda, o melhor será reconduzir esses fundamentalistas ao seu respectivo fundamentalismo logo desde o início… não como uma aplicação de Lex Talionis (ver aqui: cotovia/lex-talionis-ou-o-sniper-americano ) mas mais como provar do próprio remédio.

No entanto,  se a afirmação, porventura fria, de que "ninguém muda" em hipótese for verdadeira, também é verdadeira a crença comum de que "a esperança é a última que morre" e por isso vale a pena continuarmos na esperança e a acreditar que quer as coisas como as pessoas podem mudar? Ou seria preferível partirmos do que temos com as pessoas que temos, tal como se apresentam no presente, e agir em conformidade?

citação Francis Ponge.JPG

fonte citação Francis Ponge.JPG

 

 

 

 

P.S.

Em relação ao bem e ao mal, como disse aos seus filhos o autor, diretor, roteirista e ator brasileiro Marcos Vianna Caruso em resposta à questão do Pai eu posso?: "Meu filho, poder você pode tudo... Agora, será que deve?"

 

19
Jun19

A debandada...


Cotovia@mafalda.carmona

Ou como fazer qualquer coisa quando não apetece fazer nada...

 

  • Como puderam todos observar, especialmente as 34 pessoas que carregaram no polegar para cima na página da Cotovia e Companhia neste último ano para dizerem "Like" e os 7 seguidores no sapo (que só a inércia deve ter impedido de reverter essa situação), a Cotovia esteve sem aparecer.

 

Este post é adequadamente intitulado de "A debandada".

A debandada de quem podem perguntar?

Sim podem, e posso tentar responder...

Primeiro, e obviamente, A debandada da cotovia, não de todas as cotovias, mas desta especificamente...

Segundo, dos neurónios do centro da força de vontade. Os motivos para esta debandada podem ser atribuídos ao "Grande Estouro", daqueles valentes e que ainda ninguém teve capacidade de explicar, relacionado com eventos anómalos na vidinha pacata da cotovia e nas vidas dos cuidadores de seniores em geral, assunto pelo que percebi tabu em que todos os que "estão no convento sabem o que vai lá dentro", pelo que vou respeitar o tabu e referir apenas que estou a recuperar as cores e o topete da cotovia, coisa expectável, até porque de certeza há coisas bem piores.

neurónios.PNG

Por isso, e também porque acredito que tudo acontece por algum motivo, vou focar-me na debandada dos neurónios e como é possível fazer alguma coisa quando não apetece fazer nada, sobretudo porque o mundo tende a ser um lugar estranho e caótico na maior parte do tempo e uma pessoa até fica cansada e desaurida, quanto mais uma cotovia que vive a 4 dimensões e sujeita a várias teorias de Darwin a Einstein.

Portanto às vezes tenho a sensação de que os neurónios da força de vontade debandaram, eventualmente, tenho a esperança de que apenas tenham ido de férias ou estejam de baixa e regressem com alguma celeridade para que a minha vidinha pacata, simples e comum retorne ao normal e possa de forma entusiástica cumprir as minhas obrigações, devoções e diversões.

Assustador é quando as coisas ficam de tal forma desanimadoras que me convenço de que os neurónios da sala da força de vontade se exilaram na sala do "Sei lá!"  e se transformaram em pedras na forma do pensador de Rodin e nem que os ligue directamente à veia ao Netflix vão despertar para a vida!

Por falar em pensadores, Leibniz afirmou, algures, hipoteticamente entre um cocktail ou outro na companhia de uma socialite famosa da sua época,  que:

leibniz 2.PNG

em Lectures sur la Philosophie des Sciences, de André Lalange

Vamos acreditar que sim, que o Sr. Leibniz, reconhecido optimista, de alguma forma sabia do que falava e enquanto isso também pensei um bocadinho e tenho uma meia dúzia de sugestões para fazer alguma coisa quando não apetece fazer nada.

 

São as seguintes para experimentar, por ordem ou aleatoriamente:

 

  • a) No vosso tempo livre determinem um tempo menor para dedicar aos outros do que o que dedicam a vós mesmos;

  • b) Tenham um tempo organizado para vocês, o primeiro compromisso é para convosco;

  • c) Mexam-se! Fora de casa. Mesmo. Mesmo que não apeteça, mesmo que apeteça dizer ao familiar ou amigo que vos aparece com essa sugestão que vá bugiar, vão vocês bugiar, dar uma volta, a pé, de bicicleta ou em qualquer outra sugestão do google maps, ao cinema, à biblioteca, ao café ou pastelaria, ver o mar, passear sozinhos ou acompanhados, ao campo ou à serra, vão ao castelo, à vila ou à horta, visitar o vizinho ou fazer uma almoçarada, para vocês, para a família ou amigos, à feira ou mercado, vão de ténis,  sandálias, botas, sapatos ,sabrinas ou até descalços (na praia por exemplo, não há necessidade de radicalismos)... mas vão!

  • d) Descubram o hobby de que realmente gostam,  não para que os outros gostem ou aprovem, mas sim para manter o ânimo e a criatividade a funcionar, um qualquer, desde caminhar e catalogar a fauna ou flora, a escrever um livro, fazer e manter uma horta ou um jardim, ir jogar à bola, futebol, voleibol, natação, vela ou paddle, surf ou dança, crochet ou tricot, corrida ou poesia, palavras cruzadas, o que for! Mas descubram-no! Não se esqueçam que hobby não é gente e que deve ficar enquadrado entre a meia hora e as duas horas por dia, no máximo, senão torna-se um hobbiemonster comummente conhecido por vício...

  • e) Façam do hobby o motivo para acordar meia hora, uma ou duas horas mais cedo e comecem o dia a fazer aquilo de que gostam, é a vossa happy hour;

  • f) Finalmente, e não por último, leiam! Sugestão, se ainda não leram (... suspeito que sim que já leram pois a minha é a 13ª edição...), leiam António Feio...

  • e Vivam de a) a z)!

 

P.S.

Por favor, para impossibilitar de todo qualquer "estouro", só não escolham como hobby ter filhos e filhas, que pessoas não são ferramentas utilitárias ou aplicações de ultima moda à espera de actualização, companhia para vidas vazias, cola para relações, segundas vidas ou peças sobressalentes, filhos e filhas são pessoas para amar, respeitar, a quem, além de dar a vida, há a responsabilidade, mais, a urgência de dar,  não só o sentido para a vida, como o amor, o lugar, o espaço e o tempo cativos que estão sempre disponíveis... e não é preciso ser Heidegger, génia ou génio, porque ser Mãe ou Pai, é mais do que sentir ou achar que... É Saber Amar. (Ponto final)

 

 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
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