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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

15
Nov23

Poetas do Castelo


Cotovia@mafalda.carmona

IMG_20231113_174508.jpg

 

Quotidiano Meu

**

Cedo começou a solarenga manhã,

Fui sacudir, limpar e arrumar o sofá.

No campo de visão espreitou uma aranha.

Traz surpresa, será boa ou será má?

*

Enquanto pensava, fugiu a bandida,

Saltitou apressada para a almofada,

Onde se escondeu bem escondida,

Que para a vida está bem orientada.

*

Prossigo o dia, sigo para a cozinha

Vou comer uma fatia de melão,

Agendar o trabalho no telemóvel,

Dizer olá e dar a ração ao cão.

*

De manhã assim vai a minha vidinha

Vida banal, assim sem grande emoção,

É como a quero, assim simples, tão trivial,

Vai sossegada quando sai pelo portão.

 

****

Mafalda Carmona

14.11.2023 | 21:04

Olá Pessoas, neste postal de hoje trago-vos uma poesia, uma fotografia e muitos Poetas. 

A poesia, e fotografia, minhas, como, com a originalidade habitual (só que não, é mais linearidade) entitulei de "Quotidiano Meu", estão apresentados supra, numa forma de dizer e agradecer a simplicidade dos dias, sobretudo agradecer por poder, em Paz, apreciar todos os pores-do-sol, que neste Outono têm sido, modéstia à parte, belíssimos e surpreendentes, e onde as nuvens parecem aves de tons rosa em vôos pelo céu ao final do dia na Cotovia.

Os Poetas do Castelo são os que constam no livro editado pela junta de freguesia do Castelo, à qual a Cotovia (descobri, Aldeia da Cotovia, posso parar de lhe chamar "localidade') pertence, com um livro da "Coleção Patrimónios", de título "Poesia Popular da Freguesia do Castelo".

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Como também habitual, é uma obra que poisou no ninho da Cotovia vinda por empréstimo da Biblioteca Municipal de Sesimbra, uma edição de 2019, e, na sua introdução, da autoria de Mª. Manuela Gomes, apresenta a freguesia do Castelo e os seus Poetas, incluindo alguns que são da Cotovia, e que por aqui vão "Cotoviando":

"A Freguesia do Castelo é mãe de artistas. A arte brota de cada paisagem, de cada aldeia, de cada caminho. Do mar, das serras, dos campos, do céu... Tudo à volta é fonte de inspiração.

Mas mais do que o território são as pessoas.

A arte surge do trabalho, dos tempos de dedicação e concentração nas tarefas que se repetem mas que carecem de poesia para serem executadas:

Seja num pasto, num campo agrícola, no mar, numa serração, num qualquer ofício.

O amor que se dá à labuta, dá-se aos versos. 

Dá-se à poesia."

E assim, o importante está claro: a força da natureza e das pessoas, a inspiração que delas surge, sempre como parte da Freguesia do Castelo, e do seu lugar cativo no Mundo.

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E, foi nestes poetas, da agora minha terra por escolha, que teve origem o poema desta quarta-feira, "Quotidiano Meu" da Cotovia e Companhia, escrito na Aldeia da Cotovia enquanto ando cotoviando, agradecendo a Paz, sossego e bons ares, povoados por aves canoras e boas gentes, decerto, inspiradoras, na valorização do que é simples e da natureza.

Assim, transcrevo aqui um excerto da poesia de um dos autores, José Márquez Jeremias, "Aldeia da Cotovia":

"(...)

Minha aldeia está bonita

Toda a gente elogia

Viva todo o povo que habita

Na aldeia da Cotovia

*

Crente na divina igualdade

Deus na sua sagrada família

A minha aldeia e a uma ave

Deu-lhes o nome de Cotovia

*

Ave que constrói seu ninho no chão

No céu canta linda melodia

Seu canto, é sagrada oração

Que abençoa o povo e a Cotovia

*

Estimada companheira

Ave da nossa simpatia

Com mérito é símbolo da bandeira

Da Associação da Cotovia (...)"

José Márquez Jeremias

Os Poetas e Poetisas que fazem parte desta obra são: Elísio Panão, Heliodoro "Salgadinho", Joaquim Casaca, José Márquez Jeremias, José Raimundo, Lelinho, Leonel Gaboleiro, Manuel Jacinto Coelho, Manuel Pessoa, Maria José Ruivo, Mário Correia, Mónica Franco, Natália de Figueiredo, Vera Gaspar, e Vitalino Pinhal.

Com esta surpresa, que espero seja boa, vos deixo, por hoje, Pessoas, com votos de uma excelente quarta-feira e continuação de uma boa semana.

Até sexta-feira com mais um postal da Cotovia, na Cotovia! ;)

Saúde, Paz e... Viva a Poesia!

P.S.

Como de céus estive falando, os reais e os que as nuvens em forma de aves desenham, deixo mais uma fotografia, tirada na Cotovia do por-do-sol, onde se adivinham formas aladas.

IMG_20231115_102901.jpg

A fotografia do início é tirada pela mesmo hora mas estando o observador de poente a capturar a imagem na direcção do sul. 

14
Jan21

Reset


Cotovia@mafalda.carmona

Ou Primeiro Post da Cotovia em 2021...

  • Ou a História, o Novo Mundo versão pós Coronavírus e o novo tempo D.C. na sequência da quadra de Natal 2020, referida como uma das causas da evolução dos números de contágio de pandemia, refleti sobre a origem do Natal: o nascimento de Jesus Cristo, acontecimento que mede também o tempo, pois, nesta parte do mundo “ocidental” medimos o tempo com o A.C. (antes de Cristo) e o D.C. (depois de Cristo).

"King of Kings" art work by Steve Gamba

painting style is best described as expressionism - Bold color palettes and expressive brush strokes, with underlying graphic elements deconstructing the subject into organic shapes. I have a fascination with light and shadow and prefer to paint with a pure color spectrum.

Reflito que, neste momento, nos confrontamos com uma nova medida de tempo:  antes do coronavírus e depois do coronavírus.

É mais ou menos uma nova versão da datação do tempo e eventos, mas também de uma nova versão social, moral, política… Uma verdadeira reviravolta no tempo e na História. Uma espécie de "Reset" geral.

E porque?

Porque o planeta e nós mesmos teremos de ser reinventados num gigantesco passo em frente. Talvez o passo do homem na Lua tenha sido mais fácil, pois esses viajantes no espaço, ao contrário destes simples viajantes na vida, puderam contar com a ajuda de toda uma equipa da NASA, e o apoio mundial de quem seguiu o acontecimento pela televisão.

A Man on the MoonIn one of the most famous photographs of the 20th Century, Apollo 11 astronaut Buzz Aldrin walks on the surface of the moon near the leg of the lunar module Eagle. Apollo 11 Commander Neil Armstrong took this photograph with a 70mm lunar surface camera. Armstrong and Aldrin explored the Sea of Tranquility for two and a half hours while crewmate Michael Collins orbited above in the command module Columbia.

Como viajantes na vida, estamos a fazer face a esta pandemia sem apoio de uma equipa personalizada.

A maior parte de nós está em pânico, até porque não saber como pagar as contas e as dívidas ou as prestação do seguro de saúde, dos acordos para a electricidade e água, a medicação crónica ou tratamentos, faz com que percamos rapidamente o Norte e os alertas vermelhos das datas em que se vencem os pagamentos não nos deixam pensar nem agir com o discernimento idealizado. Será este desespero, o afastamento dos nossos, e a permanente sensação de desconforto e desapoio, a justificarem, talvez, o primário comportamento nesta sequela 2021 versão confinamento v.2 e a repetição dos erros do primeiro confinamento.

Poderia apontar para os nossos dirigentes, mas, independentemente das responsabilizações, às quais a História irá dar nome e contabilizar, e que me ultrapassam, penso na que pode ser a minha contribuição para este "Reset".

E é por isso que quero apresentar o “Life´s Creative Circle”:

its-right-to-be-wrong.jpg

Neste Círculo Criativo da Vida, o gráfico em bolacha indica os estadios criativos por faixas etárias.

Seria espetacular se a humanidade seguisse o mesmo padrão pois isso seguramente apontaria para a possibilidade de, antes do declínio da civilização, termos em algum ponto, atingido a maturidade. Observo algo estarrecida, e reforço, de acordo com este gráfico-bolacha, a realidade algo indigesta de, (e provavelmente influenciada pela realidade esmagadora e triste dos números de novos infetados, pessoas nos cuidados intensivos e óbitos), a humanidade ter dado um salto gigante sim, mas dos 0-1 anos, classificado criativamente como o “nada*”, diretamente para o dos 100 (para quem lá chega) “inibição zero, Eu, Eu, Eu!*” sem passar pela fase dos 25-30 da “maturidade*” e as dos 30-40 “atingir o propósito de vida (sucesso)*”.

Olhando com atenção para o gráfico percebo que a resposta pode estar exatamente na faixa correspondente aos 50-60 anos: “Reinventar-se”.

Assim, concluo: Neste passo em frente vou deixar para trás o passado e a tentação de, em vez de me reinventar e criar algo novo, tentar insistentemente recriar o tempo do antes do coronavírus e de tanto olhar para trás me transformar em estátua de sal.

 

P.S.

as palavras assinaladas com * são uma tradução mais ou menos livre do original incluído nesta publicação para consulta e tradução mais adequada se for o caso feita por cada um, de forma, também, mais ou menos livre, que o que conta mesmo é o espírito da tradução.

P.S.#2

Também é hora de fazer "Reset" na contagem dos dias criativos! Porquê? Porque dia 31 de Janeiro de 2021 recomeça o desafio e finalmente esta Cotovia tem a oportunidade de embarcar neste comboio a tempo!!! Qual comboio? O do desafio: The 100 Days Project!!!
E como é que sei? Tenho de dar os créditos a quem de direito, quem mais senão a Sara Farinha?! Claro! ( https://blog.sarafarinha.com/ ) Subscrevam a newsletter e serão também informados destas e de outras coisas sumamente interessantes, garanto!

Mas resumindo:


Começa a 31 de Janeiro de 2021;
E para quem ainda não teve contacto com este desafio, ele consiste em:
1- Escolher um projecto criativo,
2- Trabalhar nele todos os dias,
3- Quantos dias? 100 dias!
4- Partilhar o processo online.
Fazer 1 publicação por dia até dia 10 de Maio...
Todos os dias significa praticamente todos os dias, não fará mal se faltar um dia ou 2, se o projecto ocupar apenas entre 5 a 10 minutos por dia será mais fácil completar o desafio, mas o importante é participar.
Para saber como e quais as dicas para ter sucesso neste desafio aqui fica o link para a página: https://the100dayproject.org/# !

P.S.#3

Para quem leu a 1a versão deste post poderá perceber que procedi a alterações nas afirmações referentes aos "meios não justificarem os fins" por falta de rigor (meu obviamente) na sua inclusão em contexto incorrecto. Sendo assim vou aprofundar o meu conhecimento sobre esta temática mas para já percebi que consegui colocar Cristo, Óvidio e Maquiavel na mesma frase, o que, mesmo sem grande investigação, é, no mínimo, estranho.

13
Nov19

Os Fundadores ou Achadores...


Cotovia@mafalda.carmona

e os Fundamentalistas ou… como de Santos e Loucos todos temos um pouco.

 

  • Começo com uma afirmação: Ninguém muda. Isto é, e correndo o risco de parecer a socialite L.C., somos sempre iguais a nós mesmos desde o dia em que nascemos até ao dia em que morremos.


As crianças que fomos existem em perpétuo continuum nos adultos que somos e nos idosos que seremos. Esta é, pelo menos, a minha conclusão após persistente observação quer da minha própria pessoa como do outro. Acredito que qualquer um de nós quando olha para o seu próprio olhar refletido no espelho, aquele que vê, é a criança que é, foi e será. É, ainda, uma opinião muito forte reforçada pela chegada à família do pequeno A. Olho para a sua carinha fofa e sobretudo para a profundidade do seus olhar e reafirmo interiormente esta ideia de permanência de nós mesmos. Digamos uma espécie de Eu Fundador.


Depois a vida acontece e é um descobrimento permanente e mais tarde ou mais cedo, como nos descobrimentos portugueses, acabamos por ser esclarecidos, idealmente, que tudo isto chamado "vida" afinal vem a ser mais um “achamento” de nós mesmos e do nosso lugar no Mundo do que propriamente uma descoberta.

E esse “achar” é um direito fundamental de cada um de nós. O direito a achar foi legitimado pela Professora L. numa correção de um teste de História: “Nas respostas dos testes a aluna (ou aluno, claro está, talvez a Professora L. achasse que o género feminino era mais propenso a prestar atenção às correções dos testes) não deve afirmar, porque não esteve lá, não presenciou os acontecimentos ou eventos, portanto ou refere a fonte, ou inicia a resposta com: acho que tal e tal. A partir desse dia, e mesmo (ou sobretudo) quando contrariada por alguém menos achador, passei a achar tudo e mais 100 coisas. Foi libertador. Obrigada Professora L., não apenas por este ensinamento, mas por todas as suas lições.

Mapa Mundo do Louco.JPG

Sendo iguais a nós mesmos, sem mudanças de maior no caracter que nos moldou, da forma, conteúdo e expressão de quem somos e do que nos calhou como o nosso Ser, há quem pense que está sozinho e quem se veja acompanhado. Quanto a mim, essa ideia de solidão é uma ilusão, um conceito um poucochinho dramático, pois na verdade nunca estamos sozinhos, pois quando nascemos temos todo um Mundo para “achar”. Não apenas o que alguns consideram o mundo de Deus, outros o mundo dos homens ou da ciência. Temos mesmo todo um Mundo! O mundo da natureza, dos bichos, das pessoas, das cidades, dos campos, do céu e do mar. Do silêncio. Do tempo. Do ruído. Dos cheiros. Dos paladares. Das cores. Dos sons. Do vento e das marés. Das ideias. Da criatividade. Um Mundo feito de tantas e tantas coisas fantásticas, entre elas o mundo da bondade e o da generosidade.


E estes mundos também não mudam, não mudam na sua essência, embora mudem na sua aparência, pelo menos temporariamente, para regressarem no seu continuum perpétuo. Por isso, o que não acharmos hoje podemos achar amanhã. Há sempre um novo dia para recomeçar os achamentos e as descobertas, ou é nisto que precisamos acreditar para de modo darwiniano vivermos o nosso dia a dia com a possível tranquilidade.


Agora, e ainda que “de são e de louco todos tenhamos um pouco”, se o Eu Fundador é fundamentalmente bom ou mau, se escolhemos viver este achamento do nosso Ser no tal mundo do bem, ou pelo contrário optamos pelo mundo do mal... bem, neste caso “cada um sabe de si e Deus sabe de todos” e como tenho para mim que isso é um mistério, sou grata pelas (e às) pessoas que me rodeiam e me são próximas bem como as que tive a sorte de encontrar ao longo da vida e em momentos cruciais foram ajuda inestimável e que são, de facto, extraordinárias Pessoas do Bem.

atlasobscura.com articles 16th-century-fools-map.J

Para terminar, acho que os que nasceram fundamentalistas (e visto que ninguém muda) só tem a perder, para início, perderem todo um Mundo, durante o caminho irão perdendo quem tentou apoia-los nesta jornada pela vida e ficarão definitivamente sós e irremediavelmente isolados, e para final, perdem a oportunidade de se acharem de tanto se acharem a última bolacha do pacote… mas… como ninguém muda, o melhor será reconduzir esses fundamentalistas ao seu respectivo fundamentalismo logo desde o início… não como uma aplicação de Lex Talionis (ver aqui: cotovia/lex-talionis-ou-o-sniper-americano ) mas mais como provar do próprio remédio.

No entanto,  se a afirmação, porventura fria, de que "ninguém muda" em hipótese for verdadeira, também é verdadeira a crença comum de que "a esperança é a última que morre" e por isso vale a pena continuarmos na esperança e a acreditar que quer as coisas como as pessoas podem mudar? Ou seria preferível partirmos do que temos com as pessoas que temos, tal como se apresentam no presente, e agir em conformidade?

citação Francis Ponge.JPG

fonte citação Francis Ponge.JPG

 

 

 

 

P.S.

Em relação ao bem e ao mal, como disse aos seus filhos o autor, diretor, roteirista e ator brasileiro Marcos Vianna Caruso em resposta à questão do Pai eu posso?: "Meu filho, poder você pode tudo... Agora, será que deve?"

 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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