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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

28
Abr24

Palavra(s) {Poema Pt+En}


Cotovia@mafalda.carmona

WSP_28042024_141438.png

Olá Pessoas, este domingo trago um poema intitulado "Palavra(s)" onde reflicto sobre essa paixão partilhada por todos, sejamos leitores ou escritores.

Bom domingo, boas leituras e boas escritas, que as palavras vivam nos nossos dias! Viva ❤️!

Palavras(*1)

{Poema Livre}

**

Quantas serão, as mesmas, essas, ou outras?
São sempre as mesmas? O que farão se as juntas?
Diferem agrupadas, tu te perguntas?
Palavras, separadas, sonoras, belas.

*

Afirmação, ou não, perdão, questão, sim!
Em roda, cerca do lume, silenciosas,
Perto do rio, frescas, quentes, ruidosas,
Longe ou mesmo afastadas, falam em mim.

*

Podem combinar outro par nesta dança
Nesse agitar de andança mudar o curso,
Tornar o fundo baço, escuro, turvo,
Fugir da minha vista em desconfiança.

*

Ou luminoso riso de criança
Destino radiante e lindo futuro
Correndo verde abaixo sem qualquer prumo,
Olha como vão cheias de esperança.

**

@mafalda.carmona 27.03.2024 16:20 hr

 

Words
{Free Poem}

**

How many will they be, the same, these, or others?
Always the same? What will they do when combined?
Do they differ when grouped, you ask in your mind?
Words, apart, melodious, fair, as brothers.

*

Affirmation, or not, forgiveness, question, yes!
In circle, around the fire, silent they roam,
By the river, cool, warm, noisy, find their home,
Far or even distant, they speak, I confess.

*

They may blend into another pair's trance,
In this stirring, changing dance, they enhance,
Turning the background dull, dark, at a glance,
Escape my sight, leaving me in a chance.

*

Or the radiant laughter of a child's glance,
Destiny, a bright and lovely romance,
Running green below without any stance,
See how they go, full of hope in advance.

**

@mafalda.carmona 27.03.2024 16:00 hr

(*1)🤍As palavras deste poema "Palavras" foram inspiradas pela leitura do poema "Quietude" da Poetisa @lucimarahrocha
a quem muito agradeço pela generosidade das suas partilhas. Obrigada 🙏

#palavras
#poema
#poemalivre
#poesia
#poetando
#cotovia
#cotoviando

12
Mar24

O Lobo...


Cotovia@mafalda.carmona

IMG_20240312_172320_336.jpg

O Filósofo e o Lobo

{Leituras}

 

Olá Pessoas!

Deveria ter feito uma publicação ontem, segunda-feira, como habitual, perguntam? E eu respondo: sim, devia, mas fiquei em reflexão pós eleições, tendo já despendido tempo real para a reflexão pré-eleitoral, desta feita e em resultado dos resultados (desculpem a evidente redundância), nada como refletir sobre o ser humano.
E perguntam novamente vocês Pessoas, então e porquê isto do lobo?

Pois parece que o escritor e filósofo Mark Rolands (1962), bretão, perdão, com local de nascimento no País de Gales, a viver actualmente em Miami, é que tem a culpa pois dedica grande parte do seu tempo a pensar sobre a filosofia da mente e o estatuto moral dos animais não-humanos. Talvez aqui este texto comece a fazer sentido para vós, Pessoas.

Assim, reconstruí as primeiras páginas do livro (uma outra forma de dizer que fiz copy-paste, ou seja, cortei e transcrevi ou copiei para aqui com o intuito de vos apresentar esta obra) e como resultado aqui está este resumo.

Este excerto d'O Filósofo e o Lobo" publicado inicialmente em 2008, sendo o meu exemplar uma sétima edição (adoro o número 7, como as sete vidas do gato e também, parece, de Saramago) datada do ano de 2020, não dispensa a leitura do seu original. Para ficarem a par do contexto, o escritor propõe falar sobre "o que a selva nos pode ensinar sobre o amor, a morte e a felicidade":

 

"Punha-se a um canto da sala a dormitar...
Debitava uma cantilena sobre um filósofo
ou filosofia...
Levantava-se e punha-se a uivar
O que significa ser humano
Criamos civilização
Sermos capazes de distinguir o bem do mal
Capazes de ser bons ou maus
Nossa singularidade é a capacidade de amar
Ter a noção de que vamos morrer um dia
Simplesmente contarmos histórias
E acreditarmos nelas
Seres humanos animais crédulos
Da credulidade à hostilidade, um pequeno passo

As histórias têm o lado negro
Cada história lança uma sombra
Escondida por detrás da mensagem
Para passar por cima
Aspectos que em nós não nos agradam
O lobo é o lado negro da humanidade
Irónico a nível etimológico
Lukus, lobo, leukus, luz
Eram muitas vezes confundidas
Apolo foi o deus do sol e deus dos lobos
O lobo é a clareira na floresta
Nós estamos na sombra do lobo
Observarmo-nos a partir dessas sombras
É aquilo que não queremos saber sobre nós."

Mark Rowlands
em, O Filósofo e o Lobo

E assim, aqui vos deixo esta reflexão, com votos de continuação de boa semana!

09
Fev24

E se... fosses orquídea?

{Desafios 1foto1texto, imsilva e Sofia do Blogue Quinjim}


Cotovia@mafalda.carmona

Autora Sofia; Blogue Quijim

(*1)

Serás Tu

{Soneto decassílabo heróico}

**

Bela orquídea envolta em preconceito,
Pela elite acusada de ignorância,
Onde reinam na mais pura arrogância,
De quem vê todo o amor como defeito.

*

Exigência em ser mais que perfeito,
Medida unicamente na aparência.
Persisti em lutar contra a prepotência,
Saibam todos: eu estou viva. Respeito!

*

Carolina Maria de Jesus.
Na favela, semente de igualdade,
Dor e infelicidades encobertas.

*

Sou escrita e poesia, sem adeus.
Para seres tu a flor em liberdade,
Flori sofrendo o céu das descobertas.

**

Mafalda Carmona

09.02.24 | 00.10 hrs

Olá Pessoas!

O postal de hoje é um desafio em duplicado, ( ou talvez até em triplicado, no final já os conto com rigor). Por um lado em resposta ao desafio da imsilva do blogue "Pessoas e Coisas da Vida" 1foto1texto, mas também da imsilva através do seu blogue "Livros Que São Amigos", a propósito de uma publicação desta semana sobre o livro de Carolina Maria de Jesus (1914-1977), "Quarto de Despejo", onde apesar de ter comentado insurgindo-me (ahah, nem sempre a Cotovia é tranquila ;), não me dei por satisfeita com o "estrago" e resolvi elaborar mais um bocadinho neste poema, ou seja um auto-desafio. E, ainda, em resposta ao desafio da Sofia, do blogue "Quinjim" decorrente da sua publicação de sábado passado sobre as orquídeas e da sugestão de ser a inspiração desta flor para um poema.

(*1)Muito importante: os créditos! A fotografia é da Sofia, está aqui e decorrente do desafio lançado incluo a fotografia neste postal que é parte integrante do post da Sofia e publicado pela sua autora no blog Quinjim a dia 3 de Fevereiro de 2024 com a seguinte nota: "Nota: todas as fotografias utilizadas neste post são de https://quinjim.blogs.sapo.pt, as flores das cymbidium, que estão em plena floração, são da minha planta e das da minha queridíssima vizinha D. Marina." 

E, ainda, tendo tido conhecimento de mais uma iniciativa do Instituto Cultural de Évora, sob o tema "A Mulher e o Amor", em simultâneo com esta partilha em post aqui na Cotovia, enviei o soneto para esta nova chamada de trabalhos de Poesia e Arte, não sei se a minha participação será aceite ou não, terei de esperar para saber qual a decisão do ICÉ, no entanto, a primeira parte está feita, enviar. Para saberem mais sobre esta iniciativa fica também aqui o excerto da chamada do ICÉ.

"O Instituto Cultural de Évora anuncia que se encontra a organizar a Coletânea de Poemas e Artes - "A Mulher e o Amor”.

Estamos a trabalhar para publicar uma obra que seja representativa da Poesia e da Arte Portuguesa da atualidade e pretendemos incluir poemas e trabalhos artísticos!

O tema deste ebook “A Mulher e o Amor”, faz referência ao Dia de São Valentim (dia 14 de fevereiro) e ao Dia da Mulher (celebrado no dia 8 de março).

Desta forma, gostaríamos de receber um poema e/ou um trabalho artístico da sua autoria, que seja sobre a temática “A Mulher e o Amor” para que possa fazer parte desta Coletânea.

Para tal, é necessário que envie, até dia 31 de março de 2024, o seu poema em formato Word, com o tipo de letra Times New Roman, tamanho 12 e espaçamento 1,5 e, no caso de ser um trabalho artístico, terá de enviar em formato PNG. Os mesmos deverão ser acompanhados do nome do autor(a), idade e país.
A coletânea não terá quaisquer custos e será publicada online em versão e-book, sendo que será universalmente possível fazer download gratuito da mesma, na editora Recanto das Letras.

O poema e/ou trabalho artístico deverá ser enviado para este mesmo e-mail: ice.antologia@gmail.com

A Mulher e o Amor.png

 

Feitos os esclarecimentos sobre os desafios, são afinal cinco, que resultaram no soneto em decassílabo heroíco, o "Serás Tu", onde incrivelmente, o nome da escritora, compositora e poetisa, é ele mesmo um verso decassílabo heróico, literalmente. Tenho de experimentar com o meu nome para ver o que dá, mas é capaz de ser um verso bárbaro.

É importante recordar que, por ocasião do nascimento de Carolina, as mulheres ainda não tinham conquistado o direito de voto, e que esse marco só foi alcançado em França logo após o final da Segunda Guerra Mundial. É intrigante também reflectir sobre o facto de que estas mulheres testemunharam as duas Grandes Guerras Mundiais, além do seu papel no esforço para a paz, e a conquista de liberdades e a queda de impérios, e qual o seu papel para as conquistas de que beneficiamos hoje.

Assim, este post é também um apelo para que todas vós Pessoas exerçam o direito de voto no próximo dia 10 de Março. Apenas um mês nos separa do exercício da liberdade em Portugal proporcionada pela Revolução de Abril, que não só assegurou direitos, mas também deveres, entre outros, a participação nas eleições.

Depois desta mini-reflexão, e concluindo que afinal são uma mão cheia de cinco inspirações para este poema de hoje, espero que gostem do soneto "Serás Tu",  e desejo, a todas vós Pessoas, céus de muitas descobertas neste fim-de-semana!

Para saberem mais sobre o desafio 1foto1texto, aqui fica a ligação para o blogue da Isabel , o  "Pessoas e Coisas da Vida".

Para verem os desafios anteriores da Cotovia:

E se... chovessem arco-íris? #1

E se... o mar fosse de tecido? #2

E se... as mesas falassem?#3

E se... a divisão não existisse?#4

E se... as letras andassem?#5

E se... fossemos sempre crianças?#6

E se... o tempo parasse?#7

E se... fossemos flores?#8

E se... a palavra tivesse dono?#9

E se... houvesse Paz?#10

E se... o Céu fosse uma prisão?#11

E se... fosses gato abandonado?#12

E se... a Vida fosse um jogo?#13

E se... a Alma for roubada?#14

E se... a Poesia fosse um jardim?#15

E se... fosses Outono?#16

E se... fosses Sol?#17

E se... fosses doce?#18

E se... fosses música?#19

Bom dia de sexta-feira, e um excelente fim-de-semana para todo(a)s!

Saúde, Paz e... Viva a Liberdade, a Poesia!

E também... Viva o Amor, neste mês de Carnaval, que será para a Cotovia uma semana de mini-férias!

Até dia 19 de Fevereiro, Pessoas!

 

 

05
Fev24

O Mestre


Cotovia@mafalda.carmona

Cygnus_olor_2_(Marek_Szczepanek).jpg

(*1)

E O Rei Cisne
{Conto}

"Leis, Ordens e Costumes para Cisnes, 1482, reinado de Edward IV:


O Cisne é uma pura e graciosa besta.

A sua penugem é branca como a neve, igualmente breve,

pois significa a natureza fugaz da coisa bela.

Embora desejemos que o nosso esplendor seja eterno,

nada deve permanecer no que outrora foi." (*2)

 

Nos meandros da minha existência, onde a tarefa de guardião dos cisnes reais transcende o limite do tempo, desde os dias precoces em que abandonei o Slimbridge Wetland Centre com apenas 18 meses de idade, percebo que as experiências no cumprimento do meu cargo definem a minha essência. Mas, no emaranhado de normas e deveres, aos quais me submeto com fidelidade, encontro uma satisfação profunda nesta responsabilidade de mestre, guardião ou, nos dias actuais, guarda dos cisnes.

A vida, entretanto, não é um conjunto de obrigações impessoais. Desdobra-se, felizmente, em momentos de lazer que se tornam essenciais, um refúgio que transcende o dever. Nessas pausas, sinto uma satisfação semelhante ao momento em que o choco dos ovos cessa, e o leve chilrear das crias preenche o ar.

Ao regressar ao ninho após um dia de afazeres, despojo-me do casaco do fato vermelho, uma peça que se tornou um símbolo pessoal, sob o manto de penas brancas e macias. Desde os tempos da televisão a preto e branco, cultivo a minha lealdade ao canal da BBC, uma homenagem à Soberana, que já não está entre nós, mas cujas preferências continuo a honrar.

Além de assistir aos programas na televisão, maioritariamente sobre vida selvagem, nesta estação exigente, procuro mergulhos alternativos, que não os do lago gélido, como o da leitura. As escolhas de leitura não são meramente uma preferência, mas um portal para a minha individualidade e carácter. Cada autor seleccionado é um convite para que outros entrem na minha esfera mais íntima, a minha mente.

Ao contrário da leitura, que abraço conforme as minhas expectativas e preferências, também me dedico a escrever, mas a escrita desafia-me e delimita-me, impondo-me outro grau de exigência; "Como encontrar a palavra precisa para descrever, por exemplo, a beleza da paisagem ou dos cisnes sob o meu cuidado?", pondera em voz alta, enquanto afaga as penas do peito, esquecendo a pena de escrita perdida no meio das penas da sua asa. Continuando as suas divagações acrescenta para si mesmo, mas com a secreta confiança de que a sua companheira o escuta: " Contudo, a escrita não é uma mera manifestação de liberdade; tem de ser exercida com a necessária transparência, ou leveza, da minha essência. A ausência de verdade, decerto comprometeria a minha atribuição como cuidador, afastando os magníficos seres sob minha tutela, como se eu me transformasse numa mancha de bolor no tranquilo lago."

A honestidade, compreendo, é a base sobre a qual construo a minha existência. Não me vejo como o proclamado "rei dos cisnes", uma designação que rejeito. Evito a soberba, pois sei que ela me levaria à perda de respeito por mim mesmo e pelos outros, um afastamento não apenas dos meus pares, mas também dos meus antepassados e, inaceitável, do verdadeiro monarca, Sua Majestade, o Rei Charles III.

Embora nunca tenha dirigido cumprimentos pessoais a Sua Excelência Alteza Real, sinto-me em grande sintonia através do gosto comum pelas actividades na natureza e jardinagem, embora eu me dedique mais à limpeza e preservação dos pequenos e grandes lagos. Ambos contribuimos para preservar os costumes e um modo de vida enraizado em tradições imutáveis, mantendo vivo o conhecimento essencial para a interacção entre o mundo exterior e a minha existência singular, onde a minha arte forma um território maior que o simples ninho de um metro de diâmetro.

Ao partilhar o conhecimento com a próxima geração, reconheço a riqueza que essa troca proporciona. Encarregado de transmitir este legado aos netos, com a ajuda dos meus filhos e da companheira de uma vida inteira, testemunho com alegria o interesse dos mais jovens em aprender e seguir os meus vôos. Como eles, sempre fui curioso e criativo, recordando com saudade as iteracções, quando respondia pacientemente a uma enxurrada de questões. "De onde vêem? Existem em estado selvagem na natureza? Precisam de protecção? O que é o WWT, o WWF? É admissível o comércio? Quanto tempo vivem?".

Comprometido com a preservação desta arte, estou determinado a resgatar a criatividade e a partilhá-la como contribuição para a salvação do mundo. Apesar do tempo que me resta ser insuficiente para fazer mais, quero abrir uma pequena academia para passar esse conhecimento além da esfera familiar. Será a minha contribuição mais significativa para que todos possam conhecer e respeitar esta forma de vida.

Meticulosamente, preparo-me para redigir a missiva, alisando cuidadosamente as plumas antes de comunicar ao meu prezado Rei esta notícia extraordinária. Acredito que ele aceitará receber este humilde súbdito e planeio informar o Soberano sobre a minha pretensão, para que a passagem do testemunho seja aprovada, permitindo que outros interessados continuem esta tradição. "Ai ai, onde estará a pena de escrita?", questiono, na urgência de redigir a missiva. A minha companheira, imperturbável, numa elegância extrema, vence os poucos metros que nos separam no nosso lago de inverno coberto, como uma bailarina, e, sem esforço, recolhe de uma das minhas asas a pena de escrita perdida. "Não sei o que seria de mim sem ti. Obrigada querida." Agradeço e questiono:" Achas que o Rei me receberá?" Olha-me longamente e enquanto se afasta responde: "Espero que não querido, receio que como os teus antecessores, fiques tão encantado com o palácio, que não retornes, mas lamento informar, no Palácio Real, existem coisas que não vais querer saber, tal como o meu bater de patas me sustenta levemente, sem que vejas a violência por baixo das águas."

O rei cisne fica a cismar sobre as palavras da companheira, decide deixar cair a missiva que se dissolve nas águas, e guardar a pena para outras escritas.

Fim

 

(*1) Imagem de Wikipédia.com, data inicial de publicação 2007, créditos actualizados na data de 13h25min de 11 de Julho de 2022, sob licença Creative Commons Atribuição-CompartilhaIgual 4.0 Internacional, utilizada sem alterações, com efeito meramente ilustrativo. Link: https://commons.wikimedia.org/wiki/File:Schwanflug22.jpg como parte integrante do artigo principal, link aqui: https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Cisne

(*2) Transcrito do episódio 6 da sexta temporada da série "The Crown".

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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