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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

12
Mar24

O Lobo...


Cotovia@mafalda.carmona

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O Filósofo e o Lobo

{Leituras}

 

Olá Pessoas!

Deveria ter feito uma publicação ontem, segunda-feira, como habitual, perguntam? E eu respondo: sim, devia, mas fiquei em reflexão pós eleições, tendo já despendido tempo real para a reflexão pré-eleitoral, desta feita e em resultado dos resultados (desculpem a evidente redundância), nada como refletir sobre o ser humano.
E perguntam novamente vocês Pessoas, então e porquê isto do lobo?

Pois parece que o escritor e filósofo Mark Rolands (1962), bretão, perdão, com local de nascimento no País de Gales, a viver actualmente em Miami, é que tem a culpa pois dedica grande parte do seu tempo a pensar sobre a filosofia da mente e o estatuto moral dos animais não-humanos. Talvez aqui este texto comece a fazer sentido para vós, Pessoas.

Assim, reconstruí as primeiras páginas do livro (uma outra forma de dizer que fiz copy-paste, ou seja, cortei e transcrevi ou copiei para aqui com o intuito de vos apresentar esta obra) e como resultado aqui está este resumo.

Este excerto d'O Filósofo e o Lobo" publicado inicialmente em 2008, sendo o meu exemplar uma sétima edição (adoro o número 7, como as sete vidas do gato e também, parece, de Saramago) datada do ano de 2020, não dispensa a leitura do seu original. Para ficarem a par do contexto, o escritor propõe falar sobre "o que a selva nos pode ensinar sobre o amor, a morte e a felicidade":

 

"Punha-se a um canto da sala a dormitar...
Debitava uma cantilena sobre um filósofo
ou filosofia...
Levantava-se e punha-se a uivar
O que significa ser humano
Criamos civilização
Sermos capazes de distinguir o bem do mal
Capazes de ser bons ou maus
Nossa singularidade é a capacidade de amar
Ter a noção de que vamos morrer um dia
Simplesmente contarmos histórias
E acreditarmos nelas
Seres humanos animais crédulos
Da credulidade à hostilidade, um pequeno passo

As histórias têm o lado negro
Cada história lança uma sombra
Escondida por detrás da mensagem
Para passar por cima
Aspectos que em nós não nos agradam
O lobo é o lado negro da humanidade
Irónico a nível etimológico
Lukus, lobo, leukus, luz
Eram muitas vezes confundidas
Apolo foi o deus do sol e deus dos lobos
O lobo é a clareira na floresta
Nós estamos na sombra do lobo
Observarmo-nos a partir dessas sombras
É aquilo que não queremos saber sobre nós."

Mark Rowlands
em, O Filósofo e o Lobo

E assim, aqui vos deixo esta reflexão, com votos de continuação de boa semana!

04
Mar24

O Prazer...


Cotovia@mafalda.carmona

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...da Leitura - Marcel Proust.

{Livros e Leituras}

Da colecção "gabinete de curiosidades" que deduzo venha da tradução de um objecto que me apaixona, este pequeno livro, um "curiosity cabinet" é um lugar reservado a relembrar as nossas preciosidades, em leituras, colecção de memórias com formatos muito diferentes, e começa assim:

"Não há talvez dias da nossa infância que tenhamos tão intensamente vivido como aqueles que julgámos passar sem tê-los vivido, aqueles que passámos com um livro preferido¹. Tudo quanto, ao que parecia, os enchia para os outros, e que afastávamos como um obstáculo vulgar a um prazer divino: a brincadeira para a qual um amigo nos vinha buscar na passagem mais interessante, a abelha ou o raio de sol incomodativos que nos obrigavam a erguer os olhos da página ou a mudar de lugar,(...)"

Em nota ² podemos ler (não a ¹ que é uma outra referência não relevante para o contexto deste meu postal):

"Confesso que um certo emprego do imperfeito do indicativo - desse tempo cruel que nos apresenta a vida como qualquer coisa simultaneamente efémera e passiva, que, no próprio momento em que define as nossas acções, as impregna de ilusão, as dilui no passado sem nos deixar como o perfeito, o consolo da actividade - permaneceu para mim uma fonte inesgotável de misteriosas tristezas."

E aqui chegando, a pergunta que tenho é a seguinte:

É a leitura uma fonte real de prazer, e é esse prazer fonte de inspiração e motivo para se querer, também escrever? Se partirmos do pressuposto de que todos somos inicialmente leitores e só depois surge a vontade, e capacidade, para escrever.

Além deste jogo de palavras em forma de questão, fica a lista de alguns dos meus livros amigos, pois cada um contribui para construir a pessoa que sou. Apesar de não ter nada contra os e-books, quando em papel, cada um me traz o momento em que o encontrei, ou quem o ofereceu, e a época em que o li, memórias preciosas.

Sem ordem especial, assinalados os lidos. Serão para ler e reler, é sempre bom voltar onde fomos felizes, gosto desse risco. Outra pergunta:

E vocês? Quais os vossos riscos preferidos? Risos também, nunca estão a mais.

Finalmente ficam os votos de uma semana muito feliz para todas vós Pessoas, e a lista de alguns dos livros que amo e outros que poderei vir a amar:

Gabriel García Márquez Viver para Contá-la D.Quixote
António Damásio O Sentimento de Si Círculo Leitores ✓
Matthew McConaughey Luz Verde Lua de Papel✓
Rosalie Ham A Modista Presença ✓
Clara Pinto Correia Mais Marés do que Marinheiros Relógio de Água ✓
Hernest Hemingway O Velho e o Mar Livros do Brasil ✓
Alan de Botton Uma Semana no Aeroporto D. Quixote
José da Xã Quatro Desafios de Escrita ✓
Ludgero Nascimento dos Santos A Mulher do Comandante Alfarroba ✓
Francisco Carita Mata De Altamira Fiz um Ramo ✓
Ricardo Araújo Pereira Coisa que nem Edifica nem Destrói Tinta de China
António Lobo Antunes O Esplendor de Portugal D. Quixote
Chitra Banerja Divakareem A Senhora das Especiarias Booket ✓
Miguel Sousa Tavares Rio das Flores Oficina do Livro.

Como não poderia deixar de ser, um terceiro momento para mais uma pergunta:

Numa frase, ou num parágrafo, querem partilhar a descrição de qualquer coisa que amavam fazer quando crianças, e como isso vos fazia sentir?

Beijinhos e Abraços a todas vós Pessoas Lindas (e para as feias como eu... também).

Boa segunda-feira, bom início de semana!

21
Jul23

A Cotovia...

Escrita Leituras Poesia Soneto


Cotovia@mafalda.carmona

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(1)...em aparição na versão de Raul Brandão de "Os Pescadores" foi uma grata surpresa, ou até um espanto, descobri-la nas páginas deste livro, que não resisti adquirir. 

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(2)"(...) Quando regresso do mar venho sempre estonteado e cheio de luz que me trespassa. (...) Torno a ver o azul, e chega mais alto até mim o imenso eco prolongado... Basta pegar num velho búzio para se perceber distintamente a grande voz do mar. Criou-se com ele e guardou-a para sempre. - Eu também nunca mais a esqueci..."

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(3) Não lia Raul Brandão desde a minha juventude, e o seu nome remete-me sempre para um outro autor, Aquilino Ribeiro, num dos meus livros preferidos da altura, a saga dos Brandões, no romance "A Casa Grande de Romarigães" de 1957, lido nos anos finais dos anos 70 do... século passado... fascinou-me então pela abordagem da história desta família desde o tempo dos " Filipes, mas que se estende por inúmeros momentos marcantes da nossa História, nomeadamente a Guerra da Independência, as Invasões Francesas e a Guerra dos Dois Irmãos." conforme sinopse da obra no site da biblioteca Bertrand, que podem ver aqui:

https://biblioteca.bertrandeditora.pt/reader/index.html#!/

E por associação também me remeteu para a introdução do eucalipto no nosso país, para alimentar a indústria da pasta de papel, com a consequente destruição do habitat e equilíbrio ecológico da nossa paisagem com a introdução destas árvores, vindas da Austrália que se consideraram úteis, além da elevada rentabilidade económica, para a drenagem de zonas alagadiças e pantanosas, as quais em poucos anos produziam milhares de toneladas de madeira para a pasta de papel.

 

Mas, não é de eucaliptos nem da Austrália, continente e país que um dia gostaria imenso de visitar, e que seria, a acontecer, digamos a viagem da vida da Cotovia, que este postal vem retratar, mas sim este livro "Os Pescadores", nomeadamente o capítulo referente aos pescadores de Sesimbra (Lisboa, Setúbal , Sesimbra e Caparica), com a descrição rica de um ambiente que não existe mais, e até o caminho pela que é hoje a nacional 378, é relatado nas suas inúmeras particularidades, assim como os especiais pescadores de Sesimbra e a sua solidariedade descritos do seguinte modo:

"(...) à esquerda o dorso formidável da Arrábida e algumas casinhas juntas com lindos nomes rústicos - Quintinha, Sant'Ana, Cotovia. Estamos perto. A carripana vai descendo para Sesimbra pela estrada em torcicolos"

(...) Este homem é de instinto comunista. Se um adoece, os outros ganham-lhe o pão: recebe o seu quinhão inteiro. Se morre, sustentam-lhe a viúva e os filhos entregando-lhe o ganho que ele tinha em vida. (...) O produto das artes é dividido em quinhões iguais pela companha. A pesca do anzol é uma espécie de cooperativa, e a barca quase sempre dos pescadores.(...)

Já nesta mesma semana, estava a Cotovia a ver um filme em sessão com direito a pipocas, quando aparece a seguinte frase, também ela relacionada com Pescadores:

"A ambição de um homem nunca deve ultrapassar o seu valor"

Como pertenceu ao diálogo de uma personagem, não faço ideia se é uma citação ou uma criação, mas no contexto, fez-me reparar no pormenor de que apenas uma letra separa a palavra Pescador da palavra Pecador.

E como, de voo em voo, todos os eventos levam a Cotovia à Poesia, fui aterrar na escrita deste soneto, pois que as nossas paixões se revelam nas mais pequenas coisas, e o soneto é uma paixão, tal como diz a querida Poetisa Maria João de Brito na apresentação do seu blogue poetaporkedeusker:

"(...) porque os poemas nascem, alimentam-se, crescem, reproduzem-se e (por vezes...) não morrem."

 

E aqui fica mais um poema da Cotovia, em exercício de aprendizagem do formato de soneto em verso alexandrino, espero que gostem!

 

Navega o Pescador nesse Mar das Palavras

**

Adivinhasse quem revolto mar aporta,

Soubesse o que convém, saberia ao que vem.

Tempestade a nascer de alva e doce nuvem,
Mas célere a forjar tirânica comporta.
*

Que nome tem então o eterno Pescador?

Ou será outro alguém a quem de facto importa?

Nessa alvorada atroz quando a navalha corta,

Recolhe o fundo anzol onde germinou a dor?

*

Desencanto e traição, arpão na alma entranhado,

Desinquieto mar de ondas tremeluzentes,

Maré surda a afogar desastre sonhado.

*

Nenhum pesar desfaz rumo mal ordenado,

Inverte a subversão de torpes maldizentes,

Nem resgata o azul céu a quem foi abandonado.

****

Mafalda Carmona 

21.07.23 | hr. 8:45

editado em 21.07.23 | hr.16.58

(1), (2) e (3) Fotografias da capa, orelha e página 123 da obra de Raúl Brandão, "Os Pescadores", Book Cover Editora, ed.outubro 2020 ISBN: 978-989-8898-69-2

P.S.

Notas de aprendizagem poética, soneto alexandrino:

"Um alexandrino "vero" tem de ser dividido em dois hemistíquios de exactamente seis sílabas poéticas cada um. Assim sendo, aqui temos "ta, ta, ta, ta, ta, TÁ//ta, ta, ta, ta, ta, TÁ". 

Ou acabamos o primeiro hemistíquio com uma palavra aguda - pão, fiz, farei, amanhã, etc. - 

ou caso acabemos com uma grave ou paroxítona - minha, fome, ritmo, pára, etc. - teremos de iniciar o segundo hemistíquio com uma vogal que possa fazer crase com a vogal imediatamente anterior - exemplo:

" A luz com que nos cinda//assim que nos beijar". 

Nunca, de forma alguma, o primeiro hemistíquio poderá terminar numa palavra proparoxitona. Estas são as três condições absolutamente essenciais para que um soneto dodecassilábico possa ser considerado alexandrino.

Resumindo: É comum chamar-se de alexandrino os versos de 12 sílabas, entretanto os verdadeiros alexandrinos são compostos de dois versos de seis sílabas, 6/6, sendo indispensável que o primeiro termine em palavra aguda, oxítona, ou, no caso da palavra ser grave, paroxítona, que a palavra seguinte comece por vogal ou h mudo, assim possibilitando a elisão."  De Maria João Brito de Sousa em comentários.

 

14
Jul23

ICÉ?


Cotovia@mafalda.carmona

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(1) Sim, ICÉ

  • O Instituto Cultural de Évora é uma instituição dedicada à promoção e preservação do património cultural da cidade de Évora e da região. 

 

No entanto, a sua actuação através de meios digitais, acaba por se estender a um território muito mais vasto, e para esta Cotovia, que tem parte do coração e bem querer a Sul neste Alentejo que "Na tua singela e dourada planície,/Mal eu sabia ou intuía que se escondia,/Da meninice até à minha velhice,/Tão esplêndida e profunda alegria." teve também a enorme satisfação e alegria em participar em algumas das iniciativas do ICÉ, pelo que conheci um pouco melhor o Instituto bem como parte da equipa.

 

O Instituto Cultural de Évora é uma organização não governamental sem fins lucrativos, sediada em Évora e tendo como objecto social a Cultura foi fundado em 2011, a 17 de Fevereiro, com a finalidade de dinamizar a cultura através da promoção de actividades culturais para um público abrangente e como ONG está empenhada em colmatar as carências de actividades culturais identificadas na região, incentivando à participação alargada através da organização de iniciativas, projectos e programas culturais.

 

Agora no seu décimo segundo ano de actividade, o ICÉ continua a sua missão de preservar a herança cultural e promover a diversidade artística através de múltiplas iniciativas, exposições, eventos e programas educacionais.

O Instituto conta com uma equipa jovem e motivada a envolver a comunidade artística e em levar a participação a todos aqueles que actuam em áreas artísticas, criando um espaço dinâmico para a interacção com o público em geral, estimulando discussões e reflexões sobre as várias formas de expressão cultural.(2)

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A par da eleição de Évora como Capital Europeia da Cultura em 2027, o ICÉ está empenhado em intensificar as actividades de dinamização cultural e em incentivar a participação com várias iniciativas, entre elas as colectâneas, de que "Era uma vez... Alentejo", e as "Palavras Solidárias" são exemplos que reflectem o compromisso com a valorização e promoção cultural.

Como sabem tomei conhecimento desta iniciativa através da divulgação que o caro bloguer Francisco Carita Mata fez no seu blogue Aquém-Tejo, a quem agradeço pela divulgação e pelo incentivo e apoio constantes, que foram decisivos para que eu mantivesse a determinação de participar com a minha submissão, quer para a colectânea "Era uma vez... Alentejo", como com a minha participação para as "Palavras Solidárias", o meu muito obrigada Francisco!

E assim, finda a participação na colectânea "Era uma vez...Alentejo" chega agora a vez das "Palavras Solidárias", uma chamada à submissão de trabalhos em prosa poética ou poesia, que está aberta até o próximo dia 15 de julho, e que em outro postal "passei palavra", sendo um projecto desenvolvido em conjunto com o apoio do IPDJ e do Corpo Europeu de Solidariedade.

Para aceder às condições o link: 

https://m.facebook.com/story.php?story_fbid=pfbid0rmwFCE7iVdrS9ELMwFdd7uNm4ooPgTqxL4UQZUoYzJoJ7moFU2xgeFQTKf88ipKdl&id=100064811613723

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(3) Outra iniciativa em destaque é o projecto "Netbooks", que está em andamento desde o início deste ano e até ao dia 15 de dezembro é possível participar.

Este projecto tem como objectivo a edição de livros em formato e-book, oferecendo uma plataforma para que os escritores possam publicar obras para as compartilhar com o público.

É esta a informação que tenho para partilhar para promover a literatura e dar visibilidade ao talento literário, mas não só, pois a apreciação dos trabalhos para publicação também abrange a poesia, fotografia, artes plásticas ou outras que no decorrer do questionário a preencher por quem se candidatar, poderão ser contempladas, como forma do Instituto impulsionar a criatividade e envolvimento cultural. Podem ficar a saber como participar seguindo o link:

https://www.cm-evora.pt/eventos/netbooks-open-call-autores/

E o questionário aqui: 

https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSe67jDVwTZu8_H8NIxBIlniuH-hPRwIzO1Lbcu-ghLmkeByEg/viewform?vc=0&c=0&w=1&flr=0&pli=1

 

O ICÉ, com sua abordagem abrangente e diversificada, continua a desenvolver com dedicação incansável outras iniciativas decorrentes das colectâneas e publicações no âmbito do projecto Netbooks, como as "Conversas Informais", numa das quais fui participante com muito gosto, em conjunto com outros autores e autoras, num ambiente informal muito agradável e que valoriza a comunicação e a partilha de experiências, e que, pela minha experiência, só posso indicar que a participação nestas iniciativas se tem revelado muito positiva, não apenas pelo estímulo de elaborar um trabalho com um objectivo defenido e claro de partilha de aprendizagens e experiências, como pelo retorno em termos de crítica, apoio e continuidade da valorização do trabalho num projecto comum, por isso expresso também a minha gratidão ao ICÉ e toda a sua equipa, bem como lhes envio os meus sinceros parabéns pelo trabalho desenvolvido.

Partilho aqui também um excerto da minha participação da gravação das Conversas Informais acerca do poema "Bravo Alentejo" e das fotografias publicadas na colectânea, que faz parte de um vídeo completo com outros autores, José Costa, Isabel Figueira, Vitória Hurtado, Ana Rosado, Pedro Dos Santos, Vitória Mansur, Pedro Trindade, Elisabete Trindade e Maria da Conceição Orvalho, sob a moderação do caro Pedro dos Santos, presidente do ICÉ, que podem encontrar na página oficial do ICÉ no Facebook e o excerto, de aproximadamente 13 minutos, está disponível aqui:

https://youtu.be/pLATEONXosQ

Neste postal, bem como nas conversas informais, fica clara e patente a alegria na participação da Cotovia nestas iniciativas como uma experiência muito positiva! Ainda vão a tempo para estas duas participações, já muito perto da data de entrega, até 15 de Julho, já amanhã, sábado às "Palavras Solidárias" e depois até 15 de Dezembro o "Netbooks". Eu já participei, e vocês?

(1) Fotografia noturna templo de Diana

(2) Fotografia da equipa do ICÉ da página oficial do Facebook

(3) Fotografia do site oficial do ICÉ

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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