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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

14
Abr24

Poeta Sem Medo


Cotovia@mafalda.carmona

Olá Pessoas! Neste mês de Abril, em que a voz da Liberdade se ouve mais forte, aqui venho partilhar um poema relativo a essa relação estreita entre a poesia e a liberdade. Espero que gostem!

IMG_20240414_215024.jpg

 

Poema | Poem
(Pt+En}

Poeta Sem Medo
{Poema em Abril}

Olha a natureza, a sua permanência,
Comunicação, evolução, genética.
A raíz fala com a copa das árvores,
Floresce em milagre, tem inteligência?

Plantas, gatos, pássaros, e também gente,
Com a natureza assim domesticada
Resta a providência a ser boa ou má.
Ou apenas depende da humana mente?

Toda a escrita é temporária, eventual,
Será, ou não, válida ou erro consistente.
Sobreviverá, será (im)pertinente,
Na ascensão ou queda da humanidade?

Nem mesmo o poeta será diferente,
Em cogitação de causa permanente.
Quando o carregar o medo, o que fará?
E no limiar, quanto perceberá?

@mafalda.carmona
02.04.2024 | 20:17 hr

Fearless Poet
{April's Poem}

Looking at nature, its permanence in grace,
Communication, evolution, all over places,
Does the root talk to the treetops,
Blossoming in miracle, does it have hopes?

Plants, felines, birds, and people too,
With nature thus tamed, chained do,
Rests providence, be it good or ill.
Or does it hinge solely on the human will?

All writing is transient, subject to fate,
Will it prove valid or an error innate?
Will it endure, will it be (im)pertinent,
Amidst humanity's rise or descent?

Not even the poet shall deviate,
In contemplation, the eternal state.
When fear weighs, what path shall he choose?

And at the threshold, how much will he amuse?

@mafalda.carmona
April 2nd, 2024 | 9:35 pm

 

P.S. A transposição para Inglês está relacionada com o meu mais recente trabalho em colaboração, onde a poesia ganha asas para chegar mais longe e abranger mais Pessoas, em todo o mundo! Se pudermos fazer chegar as palavras de Poesia a mais Pessoas, isso é uma boa coisa, concordam? Assim, tenho notícias entusiasmantes, pois além do projecto Fotografar Palavras, do qual já vos tinha falado, alguns dos meus sonetos também fazem parte da revista poética Ofélia, e, maravilha, fui convidada para fazer parte de um projecto social para dar voz a quem não pode fazer, mas esse projecto ainda está em fase inicial, na medida em que tiver mais pormenores partilho convosco.

Assim, estive menos presente aqui nas últimas semanas, mas estive activamente a trabalhar para a divulgação da Poesia, e nos próximos postais vou partilhar os poemas que tenho escrito neste entretanto.

Beijinhos e Abraços, votos de um bom final de domingo, e bom início de semana, Pessoas!

19
Jan24

Tréguas


Cotovia@mafalda.carmona

IMG_20240119_122409.jpg

 

Girassol do Poeta

{Poema e traduções}

**

Num mundo cristalino vive a razão,

Ilusão em vidro de limite uterino,

Triste progressão de desafinado violino,

Na ausência do tempo, forja-se a criação.

*

Sem escolha senão a frágil inexistência,

A repetição do quotidiano e violência usual,

Na antecipação da verdade universal,

Nula é a tua ou a minha influência.

*

Mas no universo de infinita confiança 

A simplicidade do girassol é magistral,

Negativo brilhante do confronto actual,

Cultiva a paz, alimenta a esperança.

*

Enquanto se reconhece na insignificância,

Na magna trégua semeia a decisão:

Acolhe pequeno e grande poeta em união,

No tumulto mundano, escolhe a temperança.

**

Mafalda Carmona

19.01.2023 | 12: 25 hr

 

Poet's Sunflower

**

In a crystalline world, reason resides,

Illusion in glass with uterine bounds.

A sad progression of an out-of-tune violin,

In the absence of time, creation is forged.

*

With no choice but fragile nonexistence,

The repetition of the everyday and usual violence,

In anticipation of universal truth,

Null is your or my influence.

*

Yet in the universe of infinite trust,

The simplicity of the sunflower is masterful,

A brilliant negative of the current strife,

Cultivating peace, nurturing hope.

*

While recognizing one's smallness,

In the grand truce, a decision is sown:

To embrace both small and great poets in unity,

In the worldly tumult, to choose tranquility.

*

Mafalda Carmona

19.01.2023 | 12: 25 hr

**

 

P.S. Olá Pessoas, desejo a todas vós uma excelente sexta-feira.

O poema de hoje é apresentado, nos primeiros quatro versos, com a sua tradução para as cores sinestésicas, e integralmente em inglês.

A imagem que acompanha o poema foi feita com o auxílio de * https://synesthesia.me/see-your-name-original#

Se quiserem descobrir quais são as cores do vosso nome, ou traduzir os vossos versos, sigam o link acima, e... divirtam-se!

Um excelente fim-de-semana para todas vós, Pessoas, e para quem está a passar por um momento mais difícil, em recuperação de problemas de saúde, um abraço forte e votos de melhoras rápidas.

15
Mar23

Poeta...

Publicação original 28nov22


Cotovia@mafalda.carmona

Quem sou?...Sou Poeta?

 

Ou antes, sou poetisa? Não...

Escrevo versos, coisa diferente.

Inventei outras coisas

nos verdes campos da edificação.

Há arquiteta ou arquiteto sem peso?

Não! As criações como vão?

Nem sim, nem não,

triste envolvente, a da solidão.

 

Andei com os dois pés,

no barco da educação.

Dedicada inventei fichas.

Muito aprendi então,

em relatórios de auto-avaliação.

Se fiz o bem?

Espero que sim, mas...

Dizê-lo não é para mim.

 

Se agora querem que permita,

que me ditem como vivo,

se ando, nado, ou voo,

se vou a pé, de carro, ou de barco...

Se querem que admita,

vendas nos olhos, coletes ao peito,

pesos nos pés, bico calado...

Não! Nasci em Liberdade.

 

Agora com entusiasmo,

nesta etérea descoberta,

voo com as palavras, leves,

livres, sem compromisso.

Sem prejudicar a natureza,

nem espécies, nem o planeta.

Escritas no verso de folha reciclada,

ou em matéria digital e virtual.

 

Empurrá-las por aí.

Irem onde lhes der gana,

surpresa de ver onde chegam.

Lê-as quem as quiser.

Se sei fazê-lo? Não creio...

Se me divirto? Sim!

Tal Benjamim, começo pelo fim...

Vivo, só agora, livre, enfim!

 

Nascemos poetas,

só é preciso lembrá-lo...

Saber é quase tudo.

Sentir é o Mundo.

 

de Mafalda Carmona 28Nov22.

Este meu poema, de que gosto muito, escrito em 2018 assim como a ilustração digital, no resultado de um postal poético, que lhe faz companhia, quando comecei a escrever aqui no blog, já na altura com muita vontade, tão grande como a falta de conhecimento,  de escrever, e escrever poesia. Será o  ponto de partida para o curso da Domestika de Poesia de Ben Clark, poeta, tradutor e professor de escrita criativa. Já comecei o curso uma meia dúzia de vezes desde que me foi oferecido, pode ser que seja desta.

O objetivo é após o curso, desenvolver um poema bem estruturado, e que, em teoria, reflita as aprendizagens feitas no curso.

Vou partilhando aqui o que for possível, mas desde já parece-me que o Ben é um poeta de grande sensibilidade, e como professor, generoso na partilha de conhecimento.  No conteúdo do curso, a unidade 3, "O jogo de fazer poemas" é o que maior curiosidade me suscitou.

Vamos ver como corre!

Sou poeta Poesia.jpg

06
Jan23

Somos "quadrados"?... Ou Reis magos?


Cotovia@mafalda.carmona

  • Noutro monólogo conclui ser poeta ou poetisa, pois todos nascemos poetas, e, agora reflito sobre se além de Cotovia, que sonha ser abelha e abriga um urso, serei também quadrada, ou se seremos todos como nos cânticos, flores, lírios no campo?...ou, certamente, outra coisa qualquer, mais particular e individual, decerto divina e espantosa, nem que seja pela sucessão de acontecimentos, a cadeia de eventos necessária para aqui chegarmos, por certo divididos, mas onde teremos alguma influência e capacidade de decisão, senão no todo, na pequena parte que nos coube "ser"?

 

Em décadas passadas, usual noutras gerações, havia, uma "classificação", ou antes desclassificação, coisa diminutiva para qualquer um, ou uma, que era ser-se apelidado de quadrado! Nada relacionado com as características físicas e já não ouço essa expressão, pelo que, deduzo, tenha caído em desuso.

Um "tipo" quadrado, ou mesmo, muito quadrado, era um estereótipo para descrever aquela pessoa moldada pelo sistema e para o sistema, inflexível, de acordo com os preceitos e preconceitos, alheia, ou avessa (talvez termo mais adequado) a ponderar cada caso como um caso e a generalizar (o acto de generalizar é menos trabalhoso, mas infelizmente nada generoso e geralmente perigoso), a optar por normatizar, as pessoas, as circunstâncias pessoais e colectivas, e até a si mesmo e a imagem projectada para os outros.

 

A exemplo da figura geométrica, prezam pela estabilidade.

Mas também pelas crenças fixas, pela ausência de flexibilidade e pela repetição dos mesmos dogmas, exaustivamente, para lhes conferir a veracidade das coisas repetidas, que pela inércia acabam por se estabelecer como norma, mesmo se completamente falsas. Técnica muito recorrente na política e no marketing, aplicada em anúncios das centenas de produtos milagrosos a anunciar recuos no tempo tão fantásticos que nem a Fundação Champalimaud e as suas congéneres no mundo inteiro conseguiram ainda descobrir, e ainda andam em investigações atrás das lagostas e moscas da fruta para perceber onde está o elixir da juventude, tarefa difícil para uns estudiosos, parece simples para uns falaciosos do cogumelo mágico e cápsulas de omegas. Semelhanças óbvias com a propaganda, políticas e políticos onde a incompetência é premiada, mas adiante que este tema é tal como o quadrado muito bicudo e terá de ficar para outra publicação de opinião.

Não faço ideia se hoje, a, tão frequente, decerto herança deste tal marketing, expressão de "pensar fora da caixa", derivou da necessidade de quebrar esta quadratura calcificada, mas é provável que sim.

Ocorre-me que uma personagem de uma telenovela da Globo, "Avenida Brasil", a "piradinha", que vivia fora da "casinha", seria também um modo dar forma a uma personagem fora do quadrado, alguém excêntrico, e sem ser totalista de um primeiro prémio dos jogos da santa casa.

No entanto, até esta figura do quadrado pode ter margem para a criatividade.

Para já, temos a matéria de que é feito o quadrado. Temos o conceito do quadrado, se é um quadrado em uma dimensão, duas, três, mais, se ao conceito de espaço agregamos o conceito de tempo. Se observamos de fora ou se estamos dentro da figura geométrica.

Se lançamos as bases, ou fundações em condições favoráveis ou desfavoráveis, quer por o terreno onde se implanta a construção (do ser) ser, por exemplo lodoso, ou demasiado arenoso, demasiado seco, ou ter demasiada água, entre outros excessos ou carências?

 

Se olharmos para os exemplos, e tentarmos, como é hábito da Cotovia, simplificar, (embora ao se simplificar se possa cair no erro de estupidificar, palavra também terminada em ficar, mas neste caso ficar num lugar desconfortável, para não dizer... estúpido) existe, sempre, uma maneira de se conseguir fazer uma fundação, com estacas, com paliçadas, escavando até encontrar o terreno fixe, mesmo recorrendo a tecnologias aplicáveis na construção de pontes quer entre margens de rios como entre vertentes de um sistema montanhoso. As fundações podem até ser as de uma casa na árvore, com cintas e extensores, ou escavadas na terra ou na rocha. Será uma tarefa mais simples ou mais complexa, mais ou menos árdua, mais permanente ou temporária.

 

O desafio é dar a este quadrado, transformado pelas 3 dimensões, em cubo, toda a liberdade.

 

Assim não usamos com propriedade o apelido de Pessoa quadrada, declinamos o uso e abuso desse epíteto, e seremos antes uma versão cubista do nosso ser, livre e em múltiplas dimensões.

Ou seja, se não tivéssemos restrições nem constrangimentos, como seria este cubo-"casa" para o nosso "ser" ficar, viver? Se qualquer material e aparência estética fossem possíveis e pudéssemos ser nós mesmos a decidir?

E o que diria de nós essa escolha? Que pistas e indicações nos daria sobre nós mesmos? Sobre quem somos mas também sobre o que queremos para a nossa vida? E, seria ainda possível, com base neste universo, perceber que relações estabelecemos com os outros?

Vamos experimentar então...?

Trata-se, muito linearmente, do teste do cubo, de origem japonesa, um teste psicológico muito popular. Podem seguir este link para fazerem o teste ou fazer uma rápida pesquisa na internet com "teste psicológico do cubo" para descobrirem mais coisas sobre vós Pessoas!

 

http://grafologosonline.blogspot.com/2016/10/teste-do-cubo-saiba-mais-sobre-voce.html?m=1

 

Pensemos, para início, na nossa "casa" como um cubo.

Este cubo é, para já, o nosso universo.

Imaginemo-lo no material, cor e textura que quisermos, pode ser opaco, transparente, de metal, madeira, maior ou mais pequeno, estático ou não. Desde que permaneça um cubo, as possibilidades são infinitas. O teste tem outros intervenientes, entre eles um cavalo, flores e uma tempestade. Mas nada melhor do que fazer o teste.

 

Quanto ao dia de hoje, dia 6 de janeiro:

Estatua_dos_Reis_Magos_em_Natal_RN.jpg

 

https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Dia_de_Reis

Hoje é Dia de Reis, os magos, que são três, representando mais ou menos todas as idades, 60, 40 e 20 anos, mas que ao viajarem em trio para encontrarem o menino Jesus e lhe dirigirem as suas oferendas, passam de três Reis mais um menino, portanto 4, a ser os quatro vértices deste quadrado religioso, que encerra a quadra religiosa das festividades e celebrações da quadra do Natal. Mais ou menos como uma resposta numa ficha de consolidação de noções sobre figuras geométricas, onde um meu aluno, inspirado por um momento de criatividade deu como resposta para a definição de quadrado: " É um triângulo com quatro lados!" Deveria ser a este quadrado do dia de Reis que, de forma premonitória, se estaria a referir.

Viva a criatividade, e mais uma vez, de acordo com uma das resoluções para este ano de 2023, olhar para as coisas de sempre com outro olhar. Ler outra vez o mesmo livro, o mesmo poema, a mesma definição... Sempre o mesmo, sempre diferente.

Sendo este dia de celebração religiosa nos quatro cantos do mundo ( expressão reflexo do tempo em que ainda achávamos que o mundo era plano e quadrangular, e não apenas que as pessoas podiam ser quadradas) época também para cantar as janeiras ( também chamado de cantar os Reis), comer romãs e desmanchar a árvore de Natal ( mesmo se ficar para o dia 7, sábado que teremos, em princípio, mais tempo), assim como reunir com a família para celebrar este dia.

Bom Dia de Reis Pessoas!

P.S.

Quanto ao dia de ontem, apesar do entusiasmo com que vós Pessoas receberam o primeiro monólogo, ou publicação, de 2023, e ter sido sinalizado no sapo.pt como favorito de algumas Pessoas que gostam de seguir os voos da Cotovia, (obrigada Marco, obrigada Maribel e obrigada "anónimo"), uma descoordenação de voo fez com que o sistema informático se revoltasse contra a Cotovia e apagasse essas novas reações, por isso agradeço o apoio, agora invisível, e as Pessoas que o deram podem considerar-se como aquelas fantásticas Pessoas que doam de forma anónima ( ou agora que vos nomeei não tão anónima), e desinteressada o seu apoio, mais valioso para esta Cotovia do que o ouro! Muito obrigada pelos favoritos!🐦

 

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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