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{Cotovia} e Companhia

Olá Pessoas! Bem-vindas ao blogue da Cotovia onde (m)ando {cotovia}ando! Sigam a cor deste vôo: "Nascemos poetas, só é preciso lembrá-lo. Saber é quase tudo. Sentir é o Mundo." @mafalda.carmona

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{Cotovia} e Companhia

27
Set23

Nasceste


Cotovia@mafalda.carmona

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"Não te deixes conformar-te se nasceste para destacar-te" #ACCIóN POéTICA

 

  • Olá Pessoas! Tenho referido algumas vezes a existência de uns dizeres nas paredes e muros por aqui nas redondezas do ninho, assinadas por um tal movimento #acción poética.

Pois fui averiguar e descobri que nasceu no México, no século passado, em 1996, e passados todos estes anos levou a sua presença além do México, ao nosso continente, em países como a Áustria, Suíça, Irlanda, Espanha, Itália e Portugal, claro!
Aqui chegou a Santana, uma localidade perto da "Ilha" da Cotovia.

 

Assim, andava esta Cotovia, cotoviando por aí, quando me deparei com o movimento nesta frase que partilho hoje "Não te deixes conformar-te se nasceste para destacar-te", escrito num muro que enquadra uma paragem de autocarro. Fiz uma colagem usando uma foto da @_carmona.ph_ e a frase da Acción Poética para reinterpretar ao modo da Cotovia a mensagem do inconformismo.

Este movimento de Acção Poética tem como objectivos promover a presença da Poesia no quotidiano e o seu uso como forma de intervenção urbana. Eu adorei, e vocês?

Também esta semana estive em Benfica, no Palácio Baldaya, na Biblioteca, e de lá trouxe uma citação de José Saramago, que está inscrita na parede da sala de leitura de adultos.

Espero que gostem desta partilha, continuação de boa semana, a primeira deste Outono!

 

@mafalda.carmona
@_carmona.ph_
@accionpoeticafrases

#poesia
#movimento
#intervenção
#inconformismo

28
Jun23

"Na Ilha...


Cotovia@mafalda.carmona

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...Por Vezes Habitada.

 

Na ilha por vezes habitada do que somos, há

   noites, manhãs e madrugadas em que não

   precisamos de morrer.

Então sabemos tudo do que foi e será.

O mundo aparece explicado definitivamente

   e entra em nós uma grande serenidade,

   e dizem-se as palavras que a significam.

Levantamos um punhado de terra e apertamo-la

   nas mãos.

   Com doçura.

Aí se contém toda a verdade suportável:

   o contorno, a verdade, os limites.

Podemos então dizer que somos livres, com

   a paz e o sorriso de quem se reconhece

   e viajou à roda do mundo infatigável, porque

   mordeu a alma até aos ossos dela.

Libertemos devagar a terra onde acontecem

   milagres como a água, a pedra e a raiz.

Cada um de nós é por enquanto vida.

Isso nos baste.

 

De Provavelmente Alegria

José Saramago 

25
Fev23

Sou feliz...


Cotovia@mafalda.carmona

...ou chá e torradas... ou o confronto...ou como, não é segredo, existem várias formas de ter talento para a felicidade.

  • Ou ainda como "O Livro dos Camaleões - Contos", do José Eduardo Agualusa, edição da quetzal, e livro residente aqui no ninho da Cotovia, teve uma conversa informal com o livro convidado "Sou Feliz", da Bronnie Ware, num lanche matinal, o chamado brunch, providenciado pelo "Livro do Chá", de Edite Vieira Phillips, da colares editora, acompanhado de uns belos "scones" do livro "Como Fazer (quase) Tudo", com anotações e esclarecimentos da sucedânea do anterior participante, a recém chegada plataforma Open Chat AI, e, moderação da Cotovia, obviamente que não iria faltar a este fantástico "brunch", do dia de Hoje.

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Fomos, portanto, 5 à mesa, nesta tertúlia fantasiosa, e, para como habitualmente, valorizar a vossa participação Pessoas, e sem os inconvenientes de andarem à chuva, apanharem um transporte, neste caso avião, molharem as penas, digo os ossos, apanharem neve até chegarem a este refúgio, podem, confortavelmente, sem sair dos vossos ninhos, incluir os vossos "insights", ali nos comentários, no final do novo Diálogo da Cotovia ( e para não voltar aquela coisa aborrecida dos monólogos, conto convosco, Pessoas), mais ou menos Surreal.

Voltamos a contar com a presença de inúmeros P.S. , retornados ao blogue, de onde, pelos mesmos motivos que a Cotovia tem brancas, ou seja, os stresses da vida, andavam afastados, mas voltaram em força, como uma tendência da nova estação da Primavera, que tarda nada nos vai entrar pelas portas e janelas a dentro, benzadeus, prima das benzodiazepinas, vinda diretamente da providencial "farmácia natural" da Natureza e dos seus ciclos.

E onde é este refúgio?

Ora na montanha Nebesa, em Livek, Kobarid, na Eslovénia.

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País onde as nuvens são diferentes das nossas, asseguro, são dispersas e parecem feitas em 3d, e as Pessoas tem por hábito refugiar-se em construções abrigadas das adversidades da natureza, neste caso um projeto do arquiteto Rok Klanjscek, que arquitetou um ambiente sofisticado, onde conjugou opostos, também ele, esta coisa de equilibrar em vez confrontar deve ser uma característica de quem se dedica à arquitetura, para respeitar a tradição e folclore eslovenos e os últimos progressos tecnológicos.

Isto porque como em todo o lado, e em qualquer tempo, há um participante invisível, discreto mas não risível, o espaço onde estamos, onde vivemos e convivemos.

Nesse quesito um dos residentes é o livro "Cabana - da arquitetura vernácula à contemporânea", de Alejandro Bahamón e Anna Vicens Soler, e a escolha deste "destino" deve-se a uma inflexão nas opções estilísticas da Cotovia, por influência dos cenários de guerra, e da destruição das construções, que me levam a preferir edificações regulares, sólidas, sem desconstrutivismo, que de descontrução quero, finalmente, distância, e de futuro prefiro a segurança, sobretudo se aliada às chamadas "fachadas de vidro" ou "cortinas panorâmicas"( Panoramix haveria de também as apreciar) de onde podemos apreciar as extraordinárias vistas enquanto, confortavelmente, conversamos bebericando uma bebida quente, para o caso chá, mas um café ou leite com chocolate bem quente, também são opções válidas...Não sei, que sugerem, Pessoas? De qualquer forma, neste caso, mi "casa es tu casa" ou seja, "a cabana do Rok es nuestra cabana", pelo menos no tempo em que aqui estiverem.

Podem ver onde se querem sentar aqui.

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Ora bem, entretanto, e por falar de apresentações, já vos tinha apresentado o livro "Sou Feliz", mas brevemente a própria tratou de se apresentar, e segundo as impressões desta autora australiana, também cantora e compositora:

"após anos de insatisfação profissional, resolveu procurar um emprego que tivesse verdadeiramente sentido.(...) a prestação de cuidados paliativos." Conta que a dado momento, "publicou um texto no seu blogue intitulado "Os cinco maiores arrependimentos antes de partir." No primeiro lugar dos arrependimentos, está "Quem me dera ter tido a coragem de levar uma vida verdadeiramente minha, e não aquela que os outros esperam de mim".

E, apesar do livro ter como título " Sou Feliz ", este arrependimento só aparece em 5° (e último) lugar, talvez por ser coisa mais abstrata, do que o 2° arrependimento "Quem me dera não ter trabalhado tanto" , o 3° "Quem me dera ter tido coragem para expressar os meus sentimentos", ou o 4°, "Quem me dera ter mantido o contacto com os meus amigos".

Nesta felicidade, relembra um episódio passado com uma das pacientes do centro de cuidados paliativos, Cath, após a auxiliar nos cuidados diários, a levou na cadeira de rodas para o sol no exterior ( e vou tomar a liberdade e sintetizar o conteúdo, a fazer de conta que tenho uma asa de Stephen King...)

"-Ouça aquele pássaro.

Ficamos sentadas, a ouvir o canto da ave, e sorrimos quando ouvimos a resposta do companheiro, vinda de uma árvore mais afastada.

-Agora, cada dia é uma dádiva, sabe? Já era, mas agora que abrandei o suficiente, é que vejo a enorme quantidade de beleza que cada dia nos oferece.

(...) Contou-me como acabara por ver o poder da gratidão:

-É muito fácil querer sempre mais na vida, o que é correto até certo ponto, visto que faz parte de sonhar e crescer. Mas, como nunca teremos tudo o que queremos, apreciar o que vamos tendo ao longo do caminho é a coisa mais importante."

Nesta altura, o livro do camaleão disse:

"- Construí muitas pontes (...) Amava o meu trabalho. A partir de certa altura, porém, deixei-me conquistar pela arrogância e comecei a construir pontes por vaidade, como um daqueles escritores que escrevem não para ver melhor, mas para serem vistos."

Depois, ou antes, não importa o tempo, acrescentou:

"-Tenho-me exercitado nisso: em acreditar. Não há pior doença do que o ceticismo. Construímos uma ponte ou passamos a nado?

-Dizem que a nado é mais difícil. Eu sei construir pontes.

-Então vamos!

-É a sombra?

-Com tanta luz e tu só vês a sombra?"(...)

"- O tempo vai reiniciar -disse-me.- Daqui a pouco amanhece e será a primeira manhã do mundo. Você pode fazer o que quiser com ela. Somos aquilo que acreditamos ser.(...) Terminou de beber e foi dançar. Segui-a. Era um esforço inglório, como dançar numa pista de patinagem, sem os patins e sem prática de patinar. Felizmente a multidão estava tão concentrada que ninguém conseguia cair.

Achei que podia tirar dali uma lição revolucionária - unidos não cairemos!"

O lanche, ou brunch, foi interrompido por um telefonema da Alexandra Lucas Coelho para dizer:

"Agualusa diverte-se e diverte-nos com o facto de ter talento para a felicidade. E não haverá, na língua portuguesa contemporânea, outro caso tão flagrante e abrangente. Este talento está nos seus livros, escritos para raptar o leitor a primeira vista." Espero que para o caminho da felicidade.

Ou como prosaicamente diriam os ingleses, "onde uns veem água e pão duro, outros veem chá e torradas".

P.S.

As personagens deste texto são ficcionadas. As referências aos livros e citações bem como os seus autores são reais, mas a situação e evento "brunch" descrito neste texto também são produto da imaginação da autora, e este texto não deve ser interpretado como uma representação precisa da realidade. Entendasse, até gostaria que fosse uma realidade, e que a Alexandra Lucas Coelho fará com toda certeza vários telefonemas, mas nenhum deles, realmente, foi para esta Cotovia.

P.S.#2

As torradas feitas de pão do dia anterior, podem ser uma opção mais saudável se barradas com mel. Para um brunch mesmo muito especial, podemos optar pelas fatias douradas, também chamadas de rabanadas.

P.S.#3

Uma outra opção, com mais ou menos o mesmo número de ovos da receita das rabanadas, é fazer um pequeno pão de ló, seguindo a receita do livro do chá (o anteriormente no forno é "cozer durante 20 minutos, retirar da forma 5 minutos após a cozedura, colocar em cima de uma rede e sirva frio):

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P.S.#4

Como Saramago reflexionou no seu texto "Dia7 O outro lado", podemos admitir que as coisas tenham outra aparência quando não estamos a olhar para elas, mais ou menos como a animação "A vida secreta dos nossos bichos", mas na versão "A vida secreta dos nossos livros".

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02
Nov22

Não há coincidências...


Cotovia@mafalda.carmona

Ou os caminhos misteriosos e os mistérios da intuição.

  • Sei bem que a matemática, os números, as leis, são uma criação, coisa artificial e necessária. Mas, apesar disso, os pastores sabem pelo comportamento das ovelhas do seu rebanho qual o tempo que vai fazer, e com uma antecedência de 3 dias, o que não é coisa pouca! Não há matemática nem boletim meteorológico responsável por este comportamento das ovelhas, da galega bragançana à churra algarvia, nem são exemplo único de como se pode "fazer contas à vida" mesmo sem recurso a máquinas de cálculo e outras engenhocas complexas.

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Ovelha Churra Algarvia

Ora aqui vou incluir um Pré Scriptum, se é que tal coisa existe, um P.S porque hoje andei a passear pelos lados do Cabo Espichel, e enquanto andava por ali a ouvir os sons da natureza, provavelmente o ar puro inspirou os neurónios que ainda aqui resistem, e tive a seguinte ideia, brilhante na minha, sempre, modesta opinião de pequena ave cantadora:

O suporte de leitura dos posts, publicações, textos ou monólogos como preferirem, pode abranger outros meios, nomeadamente, o áudio! Faz todo o sentido na minha cabeça poderem "ouvir" aquilo que a Cotovia e Companhia vai publicando aqui neste canto da plataforma do Sapo.

Por isso, assim que tive oportunidade pus-me a descarregar aplicações na play store mesmo ao disparate até conseguir uma versão narrada do "Não há coincidências".

Aqui fica e assim podem ficar aí sossegados com os phones ligados, nem cansar a vista e além disso para quem, como eu, vê um poucochinho mal (ou mesmo muito mal), suponho que seja um descanso!

Boas escutas!

 

Para quem optou por prosseguir com a leitura, aqui continua o texto, boa leitura!
Esta contabilização será feita por acumulação do registo mais ou menos intuitivo, ou empírico, de ocorrências semelhantes e respetivas consequências.
Devemos ter cá dentro, num dos hemisférios, em parte ainda por descobrir, uma qualquer sala de estatística a somar e subtrair eventos, meteorológicos entre outros, para depois nos auxiliar na tomada de decisões em situações semelhantes no seu padrão ou aparente regularidade.


Admito ser esta uma forma fantástica de aliviar o stress causado pela centena de decisões, conscientes, tomadas diariamente, segundo o artigo (aqui) o número avançado é de 122, suponho que em média, e se reduzirmos o número de horas diurnas para 15 obtemos o valor de 8 decisões por hora. Este valor depende da atividade profissional de cada um e do nível de responsabilidade, pelo que, compreensivelmente, são descritos como mais stressantes e desgastantes os trabalhos que obrigam a um maior número de decisões. Se forem incluídas também as decisões automáticas, incorporadas nos nossos gestos do dia a dia, o valor sobe para os milhares de decisões,  por isso, também compreensivelmente, se tivéssemos de pensar em quantas vezes pestanejar ou respirar por minuto, acredito, não faríamos mais nada.

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https://pt.m.wikipedia.org/wiki/


E isto sem irmos aos primórdios da existência e sobrevivência da espécie quando um predador estaria pronto a saltar debaixo de cada calhau, pequeno ou grande, desde escorpiões e víboras até tigres ou lobos, todos eles, perigos terminais para a esperança média da idade de vida, e por isso automatismos de fuga, defesa, ataque ou plano, entre eles fingir-se de morto, um plano muito recorrente em várias espécies, teriam de instantaneamente ser implementados.

Como nessas circunstâncias não era possível fazer uma reunião e brainstorming com os outros elementos da tribo, e a necessidade de ação era imediata, a reação teria de ser rápida e automática. O mesmo acontece quando hoje em dia numa viagem a um local desconhecido, andamos de "antenas" bem sintonizadas, com o desconfiometro na máxima potência para evitar problemas de maior, atentos aos movimentos e "sinais" de alarme, tentando em frações de segundo, consultar o nosso catálogo de alarmes, para encontrar correspondências se for o caso e tomarmos as medidas necessárias. Porque pensar naquilo como se fosse a primeira vez será certamente o prenúncio de desastre ou no mínimo de uma canseira e até burnout do viajante. É por isso que algumas viagens são tão cansativas e tanto mais quando feitas em voos a solo, sem o apoio alargado proporcionado por um grupo.


Ter estes mecanismos, no seu geral, é útil, é mesmo essencial.
Mas como todas, ou quase todas, as situações, há o reverso da medalha.
Ou seja, nem sempre estes automatismos são bons.

Isto porque deixamos de pensar naquilo que estamos a fazer e o cérebro fica privado de estímulos diferentes ou informações novas e em consequência os resultados obtidos serão inevitavelmente os mesmos. Mais ou menos como quando o sistema de renovação de ar está funcionar em circuito fechado, com o ar que já estava dentro do habitáculo. Nada sai, nada entra. Sendo útil no controle de contaminantes, é bastante inútil para chegar a qualquer resultado que não esteja, de antemão, presente. Inclusivamente, como no exemplo, arriscamos a ficar sem oxigénio e nesse caso ficar sem ideias é o menor dos problemas.

Passamos a estar dependentes apenas do que já se passa dentro da nossa cabeça, ou seja, das nossas convicções e ideias pré-estabelecidas. Nada de novo vem dali, é mesmo fechado.

Surgem neste ponto as benéficas coincidências.

O seu registo permite dar um abanão a esta espécie de catatonia do pensamento virado para dentro, e os estímulos vindos do exterior do sistema prioritário de pensamento beneficiam com esta chamada de atenção para o surgimento de ideias novas, e elaboração de conclusões diversas.


Para encontrar coincidências, se existisse um manual ou aplicação para isso, a regra major seria certamente estar com muita atenção. De seguida no capitulo de definições de funcionamento estaria fazer um caminho diferente para o trabalho, mudar os móveis de lugar em casa ou ir a uma superfície comercial diferente, pois todos sabemos a aventura que é procurar provisões num local com o qual não estamos familiarizados, ler autores novos ou assistir a programas diferentes dos habituais. Basicamente é tentar planear o dia a dia nos sítios do costume como se estivéssemos numa viagem onde estamos a descobrir novidades, culturas,  modos de ver e interesses a cada esquina. Trazer um pouco do mistério dos destinos de férias para as paisagens conhecidas, muitas vezes desvalorizadas.


Adotar uma atitude "antenada" mesmo na execução de tarefas rotineiras, interagir atentamente com o meio envolvente é um desafio.

Se a início pode ser cansativo, a recompensa pode ser gratificante pela descoberta de coisas novas, pela vivência da rotina numa dinâmica estimulante e enriquecida pela felicidade encontrada nas pequenas coisas, essas pequenas alegrias que também ajudam a fortalecer as asas para voos futuros onde esta prática de re-conhecimento da realidade, contrariando os automatismos, permite aproveitar em experiências dignas de 5G, o presente da vida.


Este "produto" não é vendido por nenhuma operadora de telecomunicações.

É acessível, universal, sem tarifas reguladoras, está ao alcance de cada Pessoa, e está apenas à espera de ser exercitado e pode ser resumido por "Carpe Diem", ou seja vive o momento plenamente, ou atentamente, e desde os romanos até José Saramago tem sido uma procura constante:


"A Intuição da Ilha trata de resumir aquilo que as paredes de A Casa de Lanzarote contam, a vida quotidiana, os projetos, os livros escritos, (...) tem gente dentro, cúmplices de José Saramago, (...) o homem maduro que a cada manhã começava o dia como se fosse o primeiro, e ele precisasse de lhe atribuir sentido."
Pilar del Rio em introdução a "A intuição da Ilha, os dias de José Saramago em Lanzarote"

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https://www.infopedia.pt/

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{Cotovia} em Colectânea

Sinopse A Coletânea “ERA UMA VEZ…ALENTEJO” é uma obra que inclui poemas, fotografias, ou obras artísticas originais cujo tema e foco principal seja o Alentejo, e está abrangida no projeto europeu “Antologias Digitais”. Tendo a cidade de Évora sido recentemente nomeada Capital Europeia da Cultura 2027, faz todo o sentido homenagear não só a cidade como também toda a beleza circundante e riqueza cultural da região, e observar as maneiras como estas inspiram as pessoas de vários pontos do globo. Autor: Vários Formato: pdf Edição: 08.05.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado; Vítor Pisco Editora Recanto das LetrasBaixar e-book

{Cotovia} em Antologia

Sinopse Aquilo que temos vindo a testemunhar desde 20 de fevereiro de 2022, provoca em nós sentimentos complexos, melhor expressados através da arte. Esta antologia recolhe estes sentimentos, e distribui-os para quem neles se reconforta e revê. Para o povo ucraniano, fica a mensagem de acolhimento, não só em tempos de crise, mas sempre. Porque é difícil expressar a empatia por palavras, mas aqui fica uma tentativa, por 32 autores, nacionais e internacionais. Autor: Instituto Cultural de Évora Formato: pdf Edição: 14.08.2023 Ilustração capa e contracapa: Ana Rosado Editora Recanto das Letras

{Apoio à Vítima}

A APAV tem como missão apoiar as vítimas de crime, suas famílias e amigos, prestando-lhes serviços de qualidade, gratuitos e confidenciais. É uma organização sem fins lucrativos e de voluntariado, que apoia, de forma qualificada e humanizada, vítimas de crimes através da sua Rede Nacional de Gabinetes de Apoio à Vítima e da sua Linha de Apoio à Vítima – 116 006 (dias úteis: 09h – 21h). Aquando de um crime, muitas pessoas, para além da vítima directa, serão afectadas directa ou indirectamente pelo crime, tais como familiares, amigos, colegas. A APAV existe para apoiar. Os serviços da APAV são GRATUITOS e CONFIDENCIAIS.

{Notícias Sobre a Ucrânia}

A UE condena com a maior veemência a agressão militar não provocada e injustificada da Rússia contra a Ucrânia. Trata-se de uma violação flagrante do direito internacional, incluindo a Carta das Nações Unidas. Apelamos à Rússia para que cesse imediata e incondicionalmente todas as hostilidades, retire o seu pessoal militar e equipamento de todo o território da Ucrânia, no pleno respeito pela soberania, independência e integridade territorial da Ucrânia dentro das suas fronteiras internacionalmente reconhecidas. A UE apoia os princípios e objetivos fundamentais da fórmula de paz da Ucrânia enquanto via legítima e credível rumo a uma paz global, justa e duradoura.
Em destaque no SAPO Blogs
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